sábado, 11 de agosto de 2012

João Pessoa:Ibope divulga primeiros números da corrida eleitoral


O Ibope divulgou, nesta sexta-feira (10), sua primeira pesquisa de intenção de voto sobre a disputa pela Prefeitura de João Pessoa, neste ano. A pesquisa foi encomendada pela TV Cabo Branco. José Maranhão (PMDB) e o senador Cícero Lucena (PSDB) lideram o levantamento. Veja os números do Ibope para a pesquisa estimulada:
José Maranhão (PMDB) – 27 %
Cícero Lucena (PSDB) – 26%
Luciano Cartaxo (PT) – 14%
Estelizabel Bezerra (PSB) – 9%
Lourdes Sarmento (PCO) -1%
Renan Palmeira (PSOL) -não pontuou
Antônio Radical (PSTU) – não pontuou
Branco/nulo – 12%
Não sabe/não respondeu – 10%
A pesquisa foi realizada entre os dias 07 a 09 de agosto de 2012. Foram entrevistadas 602 pessoas na cidade em João Pessoa. A margem de erro é de 4 pontos percentuais, para mais ou para menos.
A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PB), sob o protocolo 00039/ 2012.
[B]Rejeição[/B]
O Ibope também perguntou aos entrevistados sobre o nível de rejeição aos candidatos a prefeito da cidade de João Pessoa.
O resultado estimulado e múltiplo desta pesquisa foi: 35% disseram que não votariam de jeito nenhum em José Maranhão (PMDB); 30% em Cícero Lucena (PSDB); 29% em Estelizabel Bezerra (PSB); 18% em Lourdes Sarmento (PCO); 18% em Luciano Cartaxo (PT); 16% em Antônio Radical (PSTU); 16% em Renan Palmeira (PSOL); 8% disseram que poderiam votar em todos; 11% não sabem ou não responderam. 
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INSS gastou total de R$ 142 milhões com presos nos seis primeiros meses do ano


Só nos seis primeiros meses deste ano, o governo federal gastou com dependentes de presos que fazem contribuição prévia à Previdência Social (INSS) R$ 142 milhões. O valor desembolsado no período é quase o mesmo previsto no orçamento da União para gastos com o funcionamento das Instituições Federais de Educação Básica em 2012 (nessa conta, não entram universidades federais, que representam o maior gasto da União com manutenção de instituições de ensino próprias).
benefício, conhecido como auxílio-reclusão, é pago mensalmente pelo INSS desde 1991 e é destinado aos dependentes de segurados que cumprem pena em regime fechado ou semiaberto.
O valor, que varia de acordo com a contribuição prévia de cada preso, vai de R$ 622 a R$ 915.
Para receberem o benefício, os dependentes devem comprovar que o preso é segurado e, de três em três meses, precisam atestar que ele continua cumprindo pena encarcerado. 
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Aeroporto de João Pessoa registra aumento na movimentação de passageiros





















Pelo terceiro mês consecutivo (maio, junho e julho) o aeroporto internacional presidente Castro Pinto, na região metropolitana de João Pessoa, registrou um aumento na movimentação de passageiros. Dados da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) divulgados nesta sexta-feira (10), a partir de informações das companhias aéreas, revelam que houve um crescimento de 11,27% em julho deste ano em relação ao mesmo período do ano passado (embarques e desembarques). Passaram pelos portões do aeroporto no mês 125.321 passageiros, contra 112.625 em 2011.

O levantamento feito pela Infraero mostra ainda que houve um crescimento de 24,64% no número de passageiros que desembarcaram no aeroporto. Foram 62.473 desembarques neste ano, contra 46.954 registrados em julho do ano passado. Esse número é o maior registrado no ano, superando junho, que havia registrado 61.209 desembarques. Esse dado comprova o fluxo contínuo de turistas para o ‘Destino Paraíba’.
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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Homem-bomba se explode em mesquita xiita e mata 5 no Iraque

Moradores observam local de um ataque a bomba contra uma mesquita na vila de Mwafaqiya, em Mosul, ao norte de Bagdá, no Iraque, nesta sexta-feira. 10/08/2012 REUTERS/Khalid al-Mousuly
 Um militante suicida dirigindo um caminhão-bomba atacou uma mesquita xiita perto da cidade iraquiana de Mosul quando as orações da sexta-feira terminaram, matando pelo menos cinco pessoas e ferindo 70, disseram policiais e autoridades do setor de saúde.
A mesquita onde o homem-bomba detonou os explosivos pertencia à minoria Shabak, em Mosul, 390 quilômetros ao norte de Bagdá.
"Um carro-bomba atingiu uma mesquita Shabak na vila Mwafaqiya", disse Hanin Qaddo, líder Shabak local. "Parte do edifício da mesquita desabou sobre as cabeças dos fiéis, quando estavam saindo."
Uma onda de ataques contra peregrinos, principalmente xiitas, e locais religiosos nos últimos meses aumentou a preocupação com a violência sectária à medida que líderes xiitas, sunitas e curdos do Iraque lutam para acabar com a crise em seu frágil acordo de partilha de poder.
O local da explosão desta sexta-feira está perto de territórios disputados entre o governo central de Bagdá, liderado por árabes, e a região autônoma do Curdistão, no norte do país, que tem o próprio governo e forças armadas. (Reuters) -

Brasil supera meta de medalhas em Londres


Brasileiros comemoram vitória na semifinal do vôlei sobre a Itália nos Jogos de Londres. REUTERS/Olivia Harris O Brasil garantiu nesta sexta-feira que vai bater a meta de 15 medalhas estabelecida para os Jogos de Londres e os 16 pódios já confirmados representam o maior número alcançado pelo país em uma Olimpíada.
A meta de 15 medalhas divulgada pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) repete o número de Pequim-2008, apesar de o país ter feito a maior e mais cara preparação dos atletas em todos os tempos para os Jogos da capital britânica.
Não havia uma previsão de número de medalhas de ouro. Por enquanto foram dois (a judoca Sarah Menezes e o ginasta Arthur Zanetti) e o país ainda vai disputar o primeiro lugar no futebol masculino, vôlei masculino e feminino e no boxe.
O recorde de medalhas de ouro do país foi conquistado em Atenas-2004, com cinco, em uma Olimpíada que o país teve 10 pódios. Em Pequim-2008 foram três medalhas de ouro.
A participação brasileira em Londres tem sido marcada por medalhas conquistadas de forma surpreendente, que equilibraram as decepções com as maiores apostas de conquistas antes dos Jogos.
Os campeões mundiais Fabiana Murer (atletismo) e Everton Lopes (boxe) e o líder do ranking mundial de judô Leandro Guilheiro, que eram apostas de ouro nos Jogos, ficaram fora até mesmo do pódio. Outros candidatos ao título olímpico também não chegaram lá, mas conseguiram medalhas, como o bronze do nadador Cesar Cielo.
No vôlei de praia, que tinha expectativa de dois ouros e até quatro medalhas, os campeões do mundo em 2011 Alison/Emanuel e Juliana/Larissa terminaram com prata e bronze, respectivamente.
Entre as medalhas surpreendentes destacam-se as três do boxe, principalmente a de Adriana Araújo na primeira Olimpíada do boxe feminino, e o nadador Thiago Pereira, que conseguiu bater Michael Phelps para ficar com uma prata nos 400m medley.
Além das quatro medalhas já garantidas que ainda não constam nas 12 do quadro de medalhas, o Brasil tem chances de subir ao pódio no taekwondo com Natalia Falavigna, bronze em Pequim-2008, e com Yane Marques, do pentatlo moderno.
 (Reuters)

População indígena cresceu 205% em duas décadas, aponta IBGE


Segundo dados reveleados nesta sexta (10) pelo Censo 2010, a  população indígena no Brasil aumentou 205% desde 1991, quando foi feito o primeiro levantamento no modelo atual. No início da última década do século XX, haviam sido censeados 294 mil indígenas e 734 mil no início do novo milênio.
Para chegar ao número total de índios, o IBGE somou aqueles que se autodeclararam indígenas (817,9 mil) com 78,9 mil que vivem em terras indígenas, mas não tinham optado por essa classificação ao responder à pergunta sobre cor ou raça. Para esse grupo, foi feita uma segunda pergunta, indagando se o entrevistado se considerava índio. O objetivo foi evitar distorções.
A responsável pela pesquisa, Nilza Pereira, explicou que a categoria índios foi inventada pela população não índia e, por isso, alguns se confundiram na autodeclaração e não se disseram indígenas em um primeiro momento. “Para o índio, ele é um xavante, um kaiapó, da cor parda, verde e até marrom”, justificou.
Os povos considerados índios isolados, pelas limitações da própria política de contato, com objetivo de preservá-los, não foram entrevistados e não estão contabilizados no Censo 2010. O estudo da população brasileira também revelou que, entre as 305 etnias contabilizadas, há 274 diferentes idiomas, 37,4% índios com mais de 5 anos de idade falam línguas indígenas, apesar de anos de contato com não índios e cerca de 120 mil não falam português.
Outro apontamento da pesquisa é uma mudança no perfil habitacional dos povos originários brasileiros. Enquanto, em 2000 apenas cerca de 52%  dos indígenas residiam em áreas urbanas, em 2010  57,7% dos censeados residiam em áreas indígenas. Hoje, o Brasil é habitado por 516,9 mil índios, distribuídos em 505 diferentes terras reconhecidas pelo governo brasileiro como pertencentes ao povos originários. A existência de 379 mil fora dessas terras indica a necessidade de ampliação e criação de novas terras, mas também aponta para a migração em busca de educação e de renda, segundo especialistas.
Dos 42,3% índios que não estão nas terras originais, 78,7% habitam áreas urbanas. Dentre as regiões do país, a situação é mais comum no Sudeste, onde 84% dos 99,1 mil índios na região estão fora de suas terras, principalmente em São Paulo (93%) e no Rio de Janeiro (97%). Outros estados como Goiás (96%), Sergipe (94%) e Ceará (86%) também têm percentuais elevados.
No Sudeste também há casos de índios que deixam suas terras por falta de espaço. Pressionados devido ao pequeno território, os guaranis, do sul fluminense, se desmembraram em aldeias menores. Parte foi para um antigo sítio indígena em Niterói e os demais permanecem próximos às terras Guarani Araponga, Guarani de Bracuí e Parati Mirim, somando 2,8% dos índios no estado.
Para o professor de antropologia da Universidade de Campinas (Unicamp), José Maurício Arruti, a migração econômica é uma das explicações para a quantidade de índios fora das aldeias reconhecidas, mas não o único fator. “Tem a ver também com o estabelecimento de núcleos antigos de migração (nas cidades) e com problemas territoriais na origem, que expulsam, principalmente novas gerações”, afirmou.
Outra razão que pode explicar o aumento de índios fora da área original é um fenômeno chamado etnogênese, quando há “reconstrução das comunidades indígenas” que supostamente teriam desaparecido. Há indícios de que seja o caso da Região Nordeste, onde 54% dos índios vivem fora de suas terras, segundo o professor de antropologia da Unicamp.

Sul21

Com informações da Agência Brasil

Portal Terra divulga fotos de Aryane Steinkopf, em ensaio sensual, confira

De biquíni fio dental, Aryane Steinkopf exibiu um corpão durante novo ensaio sensual, realizado na Praia Mole, em Florianópolis  Foto: Reinaldo Gama/Divulgação

De fio dental, Aryane Steinkopf exibe corpão em ensaio sensual. Terra.