terça-feira, 13 de novembro de 2012

Brasil só ficará atrás de Iraque em aumento de produção de petróleo


Campo de petróleo nos EUAO Brasil deve se tornar o país que terá o mais rápido crescimento na produção de petróleo fora do Oriente Médio nas próximas duas décadas, afirma um estudo da Agência Internacional de Energia (AIE), com sede em Paris.
De acordo com a agência, a produção diária de petróleo no Brasil vai crescer 3,5 milhões de barris até 2035, a segunda melhor performance mundial, atrás apenas do Iraque, cujo volume deve aumentar em 5,6 milhões de barris por dia no período, atingindo 8,3 milhões de barris diários. Segundo o estudo "Perspectivas da Energia Mundial 2012", a produção brasileira diária de petróleo, que foi de 2,2 milhões de barris em 2011, deverá atingir 4 milhões de barris por dia em 2020 e continuar aumentando até atingir 5,7 milhões de barris diários em 2035.
O desempenho previsto do Brasil é o melhor entre os países que não integram a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).
De acordo com a AIE, que afirma ter previsões "mais conservadoras" do que a Petrobras, a produção brasileira de petróleo deverá, em 2035, representar mais do que o dobro da mexicana, estimada em 2,6 milhões de barris diários nesse período, prevê a AIE.
A agência afirma que, graças às descobertas das reservas do pré-sal, a produção de petróleo no Brasil subirá consideravelmente, sobretudo a partir da segunda metade desta década. "O Brasil oferece brilhantes perspectivas para a produção de petróleo fora da OPEP. Os campos do pré-sal devem guiar a maior parte do crescimento da produção brasileira", diz o estudo, que destaca as perspectivas do desempenho do país em um quadro intitulado "Boom de petróleo no Brasil ganha ritmo".

EUA maior produtor mundial

O estudo da AIE também afirma que os Estados Unidos deverão se tornar o maior produtor mundial de petróleo até 2017, ultrapassando a Arábia Saudita até meados da década de 2020, graças à exploração crescente de petróleo e gás de xisto e também do chamado "petróleo leve" (light tight oil).
Atualmente, os Estados Unidos produzem 10,9 milhões de barris diários de petróleo. A Arábia Saudita produz 11,6 milhões de barris/dia, segundo a AIE.
Os Estados Unidos, que importam 20% de suas necessidades energéticas, deverão se tornar quase autossuficientes em 2035.
O país se tornará exportador líquido de petróleo (exportações superiores às importações) em cerca de 2030, prevê a agência.
"Nos próximos dez anos, os Estados Unidos não precisarão mais importar petróleo do Oriente Médio. Essa realidade terá consequências que vão ultrapassar amplamente o mercado de energia e que serão também geoestratégicas", disse Fatih Birol, economista-chefe da AIE em uma entrevista ao jornal Le Monde.

Aumento da demanda

A demanda mundial de energia vai crescer em mais de um terço até 2035, prevê a AIE. A China, a Índia, o Brasil e países do Oriente Médio representam 60% do aumento global da demanda.
Na China, o consumo de energia crescerá 60% entre 2010 e 2035, afirma o estudo. No Brasil, o aumento estimado pela AIE é de 69% nesse período.
A AIE prevê que a demanda mundial de petróleo, de 87,4 milhões de barris diários em 2011, deverá atingir 99,7 milhões de barris/dia em 2035, uma expansão de 14% no período.
"O crescimento do consumo de petróleo nos países emergentes, particularmente o ligado aos transportes na China, na Índia e no Oriente Médio, vai mais do que compensar a redução da demanda nos países ricos, fazendo aumentar claramente o uso do petróleo", diz o relatório.
Os transportes, afirma a agência, já representam mais da metade do consumo mundial de petróleo.

BBC Brasil


Turquia irá participar da corrida armamentista nuclear?


Turquia armamentos nucleares corrida Irã segurança nuclearA maioria dos analistas turcos considera que a Turquia deve agir com cautela nas suas ambições nucleares.

“Se a competição regional entre a Turquia e o Irã for considerada uma competição pela influência na região, então a influência turca, graças às suas ligações comerciais e econômicas e aos elementos de soft power, é muito superior à influência do Irã, mesmo que este venha a ter armas nucleares. No mundo de hoje, a esfera de influência é criada pela capacidade de um estado em seguir valores comuns, tais como a democracia, direitos e liberdades, assim como pela capacidade de reforçar os laços comerciais e econômicos”, considera o perito do Instituto do Pensamento Estratégico Doutor em Ciências Políticas e PhD, Birol Akgun.
Na sua opinião, “a Turquia é membro da OTAN e a Aliança Atlântica também tem armas nucleares. A política de segurança nuclear, ou seja, o aparecimento de armas nucleares no Irã, não torna absolutamente necessário que a Turquia também possua armas nucleares. Por isso, eu não penso que, numa perspetiva a curto prazo, a Turquia inicie um programa nuclear: ela simplesmente não precisa. É que o armamento nuclear, só por si, não aumenta o poderio de um país. Ele aumenta, em certa medida, a sua segurança, mas para ampliar a influência na cena regional e global isso é insuficiente.”
Nesse aspeto a Turquia teve bem mais sorte que o Irã. Devido à Primavera Árabe e ao processo de transformação do Oriente Médio, a influência da Turquia na região se tornou superior à influência do Irã. Por consequência, a Turquia não deve ter preocupações com um eventual aparecimento de armas nucleares iranianas e não deve, em caso algum, embarcar numa corrida aos armamentos nucleares regional.
O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, declarou, numa entrevista ao jornal The Daily Telegraph, que no caso do Irã criar a bomba atômica, o Oriente Médio iria assistir a uma corrida armamentista nuclear regional. Em resultado dessa corrida, considera o ministro, a Turquia poderia obter, num prazo de alguns meses, a sua própria bomba atômica e então “a região iria viver um verdadeiro pesadelo”.
Será esse cenário realista? O perito da publicação de análise Haber Form, Abbas Ozer, chega, no seu artigo, à conclusão de que “para defender os seus interesses nacionais, a Turquia deve entrar no clube das potências nucleares”.
É outro o ponto de vista do perito do Centro de Estudos Econômicos e Sociais Professor Oya Akgonenc. Ele considera, pelo contrário, que é precisamente o escudo antimísseis(DAM) da OTAN que pode empurrar a Turquia para a criação do seu próprio armamento nuclear, visto que o sistema DAM da OTAN não só não garante a segurança da República Turca, como também representa para esta uma ameaça direta:
“Não penso que a Turquia acelere a sua atividade nuclear só porque o Irã vá criar a sua própria bomba atômica, ou avance no desenvolvimento das suas tecnologias nucleares. Se a Turquia se decidir pelo desenvolvimento da sua própria tecnologia, isso será feito por outras razões. O problema das armas nucleares está num outro plano: há um sistema de DAM da OTAN instalado no território da Turquia. Se esse sistema criar problemas no futuro, a Turquia pode pensar seriamente na criação de armas nucleares próprias. Por exemplo, pioram as relações com o Irã devido ao sistema de DAM. O Irã, ao sentir os seus interesses ameaçados, irá acelerar as suas pesquisas nucleares. E não está claro se o DAM da OTAN nos irá proteger. Nesse sentido, esse sistema poderá desencadear uma corrida nuclear regional.”

Vaticano não reconhece casamento homoafetivo e promete combate


O comando da Igreja Católica voltou a fazer neste fim de semana ataques às conquistas nos Estados Unidos e na Europa em relação ao casamento homoafetivo, e prometeu combater a possibilidade.
Em um editorial veiculado pela Rádio Vaticano, o porta-voz, diretor da emissora e padre Federico Lombardi descreveu como míopes as visões a favor da prática. “Está claro que nos países ocidentais há uma tendência disseminada de modificar a visão clássica do casamento entre um homem e uma mulher, ou então de renunciar a ela, apagando seu reconhecimento legal específico e privilegiado em comparação a outras formas de união”, disse, acrescentando que “a lógica deles não pode ter uma percepção de longo alcance pelo bem comum”.
Esta semana, eleitores dos estados norte-americanos de Maine e Washington aprovaram o casamento entre pessoas do mesmo sexo. É a primeira vez que o voto popular define pela extensão dos direitos matrimoniais a toda a população.
Lombardi, que também é o principal porta-voz do Vaticano e diretor da Rádio Vaticano e da Televisão do Vaticano, disse ser “conhecimento público” que o “casamento monogâmico entre um homem e uma mulher é uma conquista da civilização”.
Com informações da Reuters e Focando a Notícia

Após nova discussão com Barbosa, Lewandowski deixa plenário do STF


O ministro-revisor do processo do mensalão, Ricardo Lewandowski, deixou a sessão desta segunda (12) do julgamento do mensalão, após uma nova discussão com o ministro revisor Joaquim Barbosa.
Lewandowski reclamou da "surpresa" que, segundo ele, o relator criou ao estabelecer uma nova ordem para definição da pena dos réus. A previsão era de que, após a conclusão das penas dos réus do núcleo publicitário, fossem definidas as penas dos condenados do núcleo financeiro, formado pelos ex-dirigentes do Banco Rural. Mas o relator decidiu ler as penas dos réus do núcleo político, que inclui o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu.
Após o anúncio de Barbosa, Lewandowski afirmou: "Toda hora o senhor traz uma surpresa. Vossa excelência está surpreendendo esta corte a todo momento". Barbosa, então, rebateu: “A surpresa é a lentidão em proferir os votos."
O revisor reclamou, então de falta de transparência. "Estou sendo surpreendido. Se o advogado não está presente... Estamos a seguir regras, a publicitária, da transparência."
O presidente da corte, ministro Carlos Ayres Britto, interferiu: "Definimos anteriormente que cada ministro deverá adotar a metodologia de voto que entender cabível. Eu não vejo óbice para a metodologia adotada pelo relator."
Quando Britto deu a palavra a Barbosa para que ele prosseguisse, Lewandowski se retirou da sessão.
Embora tenha deixado o plenário, Lewandowski não participaria da definição das penas de José Dirceu e do ex-presidente do PT José Genoino, já que voltou pela absolvição de ambos. Segundo o gabinete, o ministro voltará para a definição da pena de Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT.
Após a saída de Lewandowski, Barbosa justificou aos colegas, o motivo de ter escolhido votar as penas do núcleo político. “Por que escolhi o núcleo político? Porque é pequeno. São apenas seis penas. E acho que, superado o núcleo político, andaremos bem mais rápido.”
O ministro Marco Aurélio Mello disse compreender a posição do revisor, porque os meios de comunicação diziam que seria votada nesta segunda a pena do núcleo financeiro. Ele destacou, contudo, que está "preparado" para votar as punições de quaisquer dos réus.
O ministro também afirmou que os advogados estão intimados para comparecer a todas as sessões de julgamento.
“O sentimento do ministro Lewandowski é generalizado. Fomos alertados pelos meios de comunicação de que hoje seria votada a pena do núcleo financeiro. Obviamente que os advogados estão intimados para a sequência do julgamento. Eu recebi material do núcleo político. Estou pronto a votar quanto a qualquer acusado fixando a pena, após o voto do relator e, se cabível, o voto do revisor”, afirmou.
O ministro Celso de Mello, magistrado mais antigo do Supremo, também defendeu o relator ao dizer que os advogados dos réus devem estar preparados para comparecer a todas as sessões. “Todos os réus estão regularmente intimados e, portanto, não foram surpreendidos por uma ação intempestiva do relator.”
WSCOM Online

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Cada hora sentado pode reduzir expectativa de vida em 21 minutos, diz pesquisa

 Cada hora que uma pessoa passa sentada depois dos 25 anos reduz sua expectativa de vida em 21 minutos, dez minutos a mais que fumar um cigarro, diz uma pesquisa australiana que acaba de ser divulgada.

Esse é o segundo estudo em apenas um mês a concluir que passar muito tempo sentado eleva os riscos de diabetes e doenças cardiovasculares, além de encurtar a vida significativamente.

A pesquisa foi desenvolvida por Jacob Veerman, da Universidade de Queensland, na Austrália, e publicada no "The British Journal of Sports Medicine".

Veermant, que é médico e especialista em modelagem preditiva - uso de estatísticas para fazer previsões -, usou dados de 12 mil australianos coletados por um levantamento nacional sobre diabetes, obesidade e estilo de vida. Os entrevistados responderam perguntas sobre seu estado de saúde, doenças que já tiveram, frequência em que se exercitavam, tabagismo e hábitos alimentares. No meio do questionário, a pergunta-chave: quantas horas de televisão você assiste por dia?

O objetivo não era medir o tempo em frente à tela especificamente, e sim chegar a um número aproximado da quantidade de horas que a pessoa passava sentada. Com esses dados em mãos, os pesquisadores tentaram isolar o fator de risco trazido pela longa permanência sentado de outros hábitos pouco saudáveis como fumar e não se exercitar.

A conclusão foi que um adulto que passa seis horas diárias sentado em frente à TV deve viver quase cinco anos a menos que uma pessoa que não assiste televisão. A previsão se aplica mesmo aqueles que fazem exercícios regularmente.

Outro estudo sobre o tema foi publicado no jornal científico "Diabetologia", da Associação Europeia de Estudo em Diabetes, e revisou 18 pesquisas que levavam em consideração não apenas o período em que a pessoa permanece sentada em frente à TV como também o tempo sentado no trabalho. Somados, os 18 estudos tinham uma base de 794.577 entrevistados.

"Um adulto passa entre 50 e 70% de seu dia sentado", afirma Emma Wilmot, endocrinologista da Universidade de Leicester, na Inglaterra, que conduziu a pesquisa. Em entrevista à Folha ela disse que o corpo humano simplesmente não foi projetado para passar tanto tempo sentado.

"Quase todos os empregos hoje em dia obrigam as pessoas a ficarem sentadas na frente de uma tela. Quando saem do trabalho, o que elas fazem? Jantam, vão ao cinema, leem, assistem TV. Ou seja, continuam sentadas", diz Wilmot.

O estudo inglês afirma que pessoas que passam mais de sete horas diárias sentadas têm um aumento de 112% no risco de desenvolver diabetes, 147% no risco de doenças cardiovasculares e 49% no risco de morrer prematuramente mesmo que se exercitem regularmente.

O que os médicos ainda não sabem exatamente é por que uma atividade tão trivial quanto sentar seria prejudicial ao corpo.

Uma das possíveis explicações é a a ausência prolongada de contrações dos músculos esqueléticos, sobretudo nos músculos mais longos das pernas. "Quando o músculo não se contrai, ele consome menos energia. Essa energia se acumula no sangue na forma de açúcar, elevando o risco de diabetes e de outras doenças", explica Veerman em entrevista à Folha.

"Depois de meia hora sentado o corpo liga o 'modo repouso' e a taxa metabólica cai", explica João Eduardo Salles, diretor da Sociedade Brasileira de Diabetes e professor da Santa Casa de São Paulo.

Ficar de pé evita essa queda pois o músculo permanece rígido, o que consome mais energia. "De pé a mudança de posição é mais frequente, a pessoa se movimenta involuntariamente", diz Salles.

Mas pense bem antes de aposentar as cadeiras de casa. Para Raquel Casarotto, professora de fisioterapia da USP, soluções como trabalhar em pé usando mesas altas não são vantajosas. "Quem trabalha de pé sente dores nas pernas. Aqueles que precisam digitar nessa posição, em estações de trabalho altas, sobrecarregam a coluna, os braços e o pescoço", explica. "O ideal é se movimentar. Se for para ficar parado é melhor sentar", conclui.

Já Antônio Chacra, endocrinologista e diretor do Centro de Diabetes da Unifesp, concorda com as conclusões das pesquisas, mas acha os números exagerados. "Essa contabilização exacerbada da saúde é coisa de médico americano. Fazendo isso você ganha quatro minutos de vida, fazendo aquilo perde dez. Reconheço que tem um papel didático, o paciente fica logo assustado, mas que é esquisito, isso é", opina.
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País tem uma tentativa de fraude a cada 15 segundos

País tem uma tentativa de fraude a cada 15 segundos, diz Serasa As tentativas de fraude de roubo de identidade são comuns e crescem desde 2010, segundo o Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraudes.

O estudo mostra que um consumidor brasileiro é vítima da tentativa de fraude a cada 15 segundos. São pessoas que correm o risco de ter seus cartões de crédito clonados, talões de cheque falsos emitidos e empréstimos bancários feitos por golpistas em seu nome, entre outros crimes.

Os golpes são classificados como o roubo de dados pessoais de consumidores para obter crédito com a intenção de não honrar os pagamentos ou fazer um negócio sob falsidade ideológica.

Segundo a Serasa Experian, entre janeiro e setembro deste ano, 1.565.028 tentativas de fraudes foram registradas.

O número representa um crescimento de 5,9% nas tentativas de fraude na comparação com o mesmo período de 2011 e de 13,7% na comparação com 2010.

Setores

O setor de serviços responde por 36% do total de tentativas de fraudes neste ano. O segmento inclui seguradoras, construtoras, imobiliárias e serviços em geral - como pacotes turísticos, salões de beleza.

Já a telefonia está em segundo lugar, com 33% dos registros entre janeiro e setembro deste ano. Um exemplo de golpe neste segmento é a compra de celulares com documentos falsos ou roubados.

O ranking é completado pelos bancos e financeiras (18%), varejo (11%) e outros (2%).

"É comum, no dia a dia, apresentarmos nossos documentos a quem não conhecemos. Podemos mostrar, por exemplo, a carteira de identidade ou o CPF a funcionários de lojas e porteiros de condomínios. E há ainda os cadastros pela internet. Tudo isso torna difícil ter controle sobre quem tem acesso aos nossos dados, mas há formas de o consumidor se prevenir. Uma delas é nunca deixar o documento com um desconhecido quando você não estiver por perto", afirma Ricardo Loureiro, presidente da Serasa Experian.

Segundo a empresa, o cuidado deve ser maior no fim de ano, quando a busca por crédito e o movimento no comércio são maiores.

Metodologia

Os dados do Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraude são resultado do cruzamento do total de consultas de CPFs efetuado mensalmente na empresa, da estimativa do risco de fraude e do valor médio das fraudes efetivamente ocorridas.
Fonte PBAGORA

Irã liquida base militar na qual podia situar-se instalação nuclear


Irã base militar programa nuclear AIEA

O chefe da AIEA, Yukiya Amano, declarou que as autoridades iranianas procederam à liquidação da base militar de Parchin, na qual, segundo opinavam representantes de países ocidentais, podiam realizar-se pesquisas destinadas a desenhar e produzir armas nucleares, escreve o jornal israelense Yedioth Ahronoth.

Em março passado, o Irã prometeu permitir aos observadores da AIEA visitar Parchin, situada a 30 km de Teerã, mas isto não tem acontecido até hoje.
Em agosto, ali verificou-se uma intensa atividade. Na opinião dos autores do informe da AIEA, especialistas iranianos estariam derrubando edifícios e retirando o solo para ocultar a realização de experiências nucleares.