sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Mulher com duas vaginas surpreende

Mulher com duas vaginas surpreendeMulher com duas vaginas diz que perdeu a virgindade duas vezes

Durante 18 anos, a britânica Hazel Jones viveu com duas vaginas sem saber.

Embora rara, sua condição já foi explicada pela ciência: trata-se de uma má formação congênita chamada útero didelfo, que acomete uma mulher em cada um milhão.

Em um programa de TV de lá, a jovem disse que só descobriu que era diferente quando um namorado a alertou sobre o problema.

A britânica afirma que não passará por cirurgia para corrigir a disfunção, porque "o pós-operatório deixaria uma cicatriz grande e desagradável".
Fonte PB Agora

Israel amplia ofensiva em Gaza

Bombeiros controlam fogo em prédio de ministério palestino em Gaza
Israel iniciou na madrugada desta sexta-feira a ampliação de sua ofensiva contra Gaza, seguindo determinação anunciada na véspera pelo chefe do Estado-Maior do Exército israelense, general Benny Gantz.
Além de alvos militares, como depósitos de armas e quartéis, o Exército israelense passou a bombardear também alvos civis ligados à infraestrutura e ao governo do Hamas na Faixa de Gaza. 
Gantz havia anunciado decisão do gabinete israelense para ampliar "o número e a qualidade dos alvos" a serem atacados na Faixa de Gaza, no terceiro dia da chamada operação "Coluna de Nuvem".
De acordo com o governo israelense, o objetivo da operação é "restaurar a tranquilidade para o sul de Israel e recuperar o poder de dissuasão frente ao Hamas".
A ofensiva, que conta com a participação da Força Aérea, da Marinha e da Infantaria, será reforçada com mais 16 mil reservistas, segundo o porta-voz do Exército, em uma "primeira etapa".

Disparidade de forças

Durante a noite e a madrugada desta sexta-feira, as tropas israelenses bombardearam 250 alvos na Faixa de Gaza, inclusive um transformador elétrico que ficava próximo à residência do primeiro ministro do Hamas, Ismail Haniya, deixando grande parte da população da região sem energia.
Todos os grupos palestinos - Hamas, Jihad Islâmico, Comitê de Resistência Popular e grupos salafistas - se uniram nos ataques a Israel e, desde a tarde da quarta feira, quando começaram os confrontos, já lançaram mais de 300 foguetes contra as cidades israelenses.
A disparidade de forças entre Israel e os grupos palestinos fica cada vez mais evidente à medida que os confrontos se agravam.
A supremacia tecnológica do lado israelense possibilita que muitos dos foguetes lançados a partir de Gaza, que poderiam ter consequências fatais, sejam derrubados no ar, pelo sistema de defesa antimísseis chamado Domo de Ferro. O sistema derrubou cerca de 30% dos foguetes lançados e é programado para destruir os foguetes que irão cair em áreas habitadas. Mesmo assim, um dos foguetes atingiu um prédio residencial na cidade de Kiriat Malachi, no sul de Israel, matando três civis israelenses.
De acordo com os analistas militares, o Domo de Ferro é "eficaz, mas não é hermético".
Dois misseis do tipo Fajer, de produção iraniana, foram lançados contra Tel Aviv, mas caíram em áreas abertas, sem deixar feridos ou danos materiais.
No entanto, para o governo israelense, o fato de que houve uma tentativa por parte dos grupos palestinos de atingir a maior cidade do país significa uma escalada que será seguida por um endurecimento do ataque a Gaza.
Tel Aviv, que não havia sido alvo de ataques desde a primeira Guerra do Golfo, em 1991, entrou nesta quinta-feira em estado de prontidão, quando as sirenes antiaéreas soaram em toda a cidade.
Pessoas que estavam nas ruas se jogaram ao chão, ou correram para prédios nos arredores, e depois do alarme as ruas da cidade se esvaziaram.

Apoio político

Faixa de Gaza, a maioria dos comerciantes fechou as lojas e a população tenta estocar alimentos, sem saber quanto tempo os confrontos irão durar.
Segundo as últimas informações, desde o início da ofensiva, 20 palestinos morreram e cerca de 200 ficaram feridos. Entre os palestinos mortos, no mesmo ataque que matou o líder do Hamas, morreu também um bebê de 11 meses, Omar, filho de Jihad Misharawi, um editor de imagens da BBC em Gaza. O irmão mais velho de Omar e seu tio estão em estado grave.
Na Faixa de Gaza, o Hamas dirige um comando central que integra todas as organizações armadas.
Em Israel, quase todos os partidos políticos manifestaram apoio à ofensiva.
A principal líder da oposição, Shely Yahimovitz, do Partido Trabalhista, afirmou que o ataque é "necessário e justificado".
Só o partido social-democrata Meretz, que conta com 3 cadeiras (entre 120) no parlamento, e os três partidos que representam a população árabe-israelense (que têm 11 cadeiras), são contra a operação Coluna de Nuvem.

BBC Brasil 

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Mulher morre após ter aborto recusado

Savita Halappanavar (Foto: Cortesia The Irish Times)
Uma mulher morreu em um hospital da Irlanda após ter seu pedido de aborto recusado pelos médicos.
A gravidez de Savita Halappanavar, de 31 anos, tinha passado dos quatro meses e ela pediu várias vezes aos funcionários do Hospital da Universidade de Galway para que o aborto fosse realizado, pois sentia dores fortes nas costas e já apresentava sintomas de um aborto espontâneo, quando a mãe perde a criança de forma natural.
 Mas, de acordo com declarações do marido de Savita, Praveen Halappanavar, os funcionários do hospital disseram que não poderiam fazer o procedimento justificando "enquanto houvesse batimento cardíaco do feto" o aborto não era possível.
O aborto é ilegal na Irlanda a não ser em casos de risco real para a vida da mãe. O procedimento é tradicionalmente um assunto muito delicado no país cuja maioria da população é católica.
O que o inquérito aberto pelo governo irlandês deve averiguar é a razão pela qual a equipe do hospital julgou que a vida de Savita não estava em risco.
"Savita estava agonizando. Ela estava muito abalada, mas aceitou que estava perdendo o bebê", disse Praveen ao jornal The Irish Times.
"Quando o médico veio na segunda-feira pela manhã, Savita perguntou se, caso eles não pudessem salvar o bebê, poderiam encerrar a gravidez."
"O médico disse: 'Enquanto ouver batimento cardíaco, não podemos fazer nada'", afirmou.
Savita morreu no dia 28 de outubro e uma autópsia realizada dois dias depois concluiu que a causa da morte foi septicemia (infecção generalizada).
Praveen Halappanavar levou o corpo de volta ao país natal do casal, a Índia, para o funeral.
O Hospital da Universidade de Galway informou que vai realizar uma investigação interna e afirmou que não pode comentar casos individuais, mas vai cooperar com o inquérito sobre a morte de Savita.
O Serviço de Saúde da Irlanda também lançou uma investigação a respeito da morte da paciente.

BBC Brasil

Ataque de Israel 'abriu portas do inferno', diz liderança do Hamas

Gaza após ataque israelense (Foto: AP)
O ataque aéreo do Exército israelense que matou o chefe do braço militar do Hamas na Faixa de Gaza "abriu as portas do inferno", disse a liderança do movimento radical islâmico que governo o território palestino desde 2007.
Ahmed Jabari foi morto mais cedo durante uma ação classificada pelos israelenses como um "ataque cirúrgico".
Ele é o integrante com o posto mais alto do movimento a ser morto desde a última ofensiva israelense contra o território quatro anos atrás.
Em sua primeira reação ao ataque, a liderança do movimento disse que a ação "abriu as portas do inferno". Logo após a ação, tiros de metralhadora puderam ser ouvidos por toda a cidade de Gaza enquanto as mesquitas transmitiam a notícia.
Cenas caóticas também foram vistas no hospital para onde Jabari foi levado.

BBC Brasil

Passageiros de voo com destino a Paraíba, sofrem com atraso no voo e preconceito no Rio

Passageiros do Voo160 passageiros com destino a Paraíba, tiveram que esperar cerca de 6 horas de atraso sem nenhum tipo de informação pela empresa Gol

A vereadora Eliza Virgínia (PSDB), na noite desta terça-feira (13), usou sua conta na rede social Twitter para relatar o “sufoco” enfrentado por 160 passageiros com destino a Paraíba no aeroporto do Galeão, no Rio, enquanto aguardavam a decolagem de um avião da empresa Gol. A parlamentar disse que estava aliviada ao escapar dos transtornos enfrentados.
Chovia forte ontem no Rio de Janeiro e os passageiros do vôo 1080 já estavam todos em seus lugares, mas a tripulação ainda não havia embarcado na aeronave. Após três horas esperam os pilotos, que estavam repousando por cumprimento a um regulamento da empresa e do Código de Aviação, os passageiros se revoltaram e fizeram um ‘protesto’.
Indignados, os passageiros resolveram deixar o avião e fechar os portões de embarque do aeroporto, impedido o embarque dos demais passageiros. Os passageiros contaram que ainda sofrerão preconceito e que tiveram que suportar piadinhas com o fato de que eram “Paraíbas”, revelou a vereadora revoltada.
Segundo Elisa Virgínia, entre os passageiros havia um clima de desespero para embarcar rumo a seus destinos. Após mais de seis horas de espera, finalmente a tripulação embarcou e a aeronave
“Os passageiros entraram desconfiados com medo de acontecer outra anormalidade”, contou Eliza. A empresa Gol revelou em nota que o vôo atrasou em razão de impedimentos operacionais.
Fonte: Portal Correio

Líder palestino pede reunião de emergência após ataque de Israel


Líder palestino pede reunião de emergência após ataque de IsraelO presidente da Autoridade Palestina, Mahmud Abbas, pediu à Liga Árabe que convoque uma reunião de emergência para que se discuta o ataque de Israel que matou um líder militar radical na faixa de Gaza.

A região é governada pelo grupo islâmico radical Hamas desde 2007. O braço armado do grupo já anunciou que, com essa ação, Israel "abriu as portas do inferno", prometendo responder duramente.
Mais cedo, Israel bombardeou a faixa de Gaza, matando ao menos seis pessoas. Uma delas foi o líder militar do Hamas, Ahmad al Jaabari.

STJ libera vendas em João Pessoa e Hyundai repensa construção de fábrica na Paraíba


O presidente da Hyundai no Brasil, o paraibano Carlos Alberto de Oliveira Andrade, informou, ao portal WSCOM, no início da tarde desta quarta-feira (14), que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) liberou a comercialização de carros da Hyundai nas lojas CAOA de João Pessoa, que estava suspensa em face de decisão da Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB).
Carlos Alberto disse que a decisão do STJ o possibilita repensar investimentos da marca na Paraíba e trazer a fábrica da Hyundai para João Pessoa como estava programado. O presidente disse que este projeto não foi adiante por que estava desconfortável com a decisão da justiça estadual.
Carlos Alberto destacou ainda compreender que o momento é de superação, de criar mecanismos de se investir na Paraíba, em especial João Pessoa.
“Como filho da Paraíba não posso ignorar a importância de voltar a investir em João Pessoa, sem ignorar minha formação e vinculação com Campina Grande”, disse.
WSCOM Online