quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Dieta promete eliminar até 50% do excesso de peso em um mês

Dieta promete eliminar até 50% do excesso de peso em um mês
Uma dieta criada por um endocrinologista de São Paulo promete eliminar de 30% a 50% do excesso de peso em apenas um mês, sem que seja necessário fazer exercícios. O cardápio é baseado no consumo de proteínas e no controle de carboidratos. Algumas bebidas alcoólicas são permitidas, como o vinho. E o tamanho do prato, assim como a frequência das refeições, é flexível.  

Apesar da aparente liberdade, não é possível comer tudo o que se tem vontade. "O conceito é comer a hora que quiser, o volume que quiser, mas não o que quiser", alerta o endocrinologista Cyro Guimarães Junior.  

Requeijão, queijos amarelos, creme de leite, biscoito, uva, abacate, banana, caqui, manga, mandioca, batata, milho, refrigerantes (inclusive diet), cerveja, chope, carnes à milanesa e à doré devem ser riscados do cardápio.  

Também estão proibidos alimentos conservados em tetra pak, vidros ou plásticos. "O chá verde industrializado é vendido como saudável, mas tem 20.6 gramas de sódio a cada 100 ml e isso representa de 4 a 5 colheres de sopa de sal em uma embalagem de 1 litro", revela Junior. Já os sucos embalados não devem ser consumidos, segundo o endocrinologista, devido à inclusão de adoçantes e amido de milho, que instigam o aumento de peso e aumenta a chances de desenvolver diabetes e hipertensão.  

Mesmo com tantas proibições, a dieta permite o consumo de alguns carboidratos à vontade, como os que estão presentes no leite e derivados, e também nas frutas. Já massas e grãos são liberados aos poucos. "A pessoa pode comer uma massa na semana, na quantidade que achar melhor. Já os grãos, como arroz, feijão, ervilha, soja e outros, só podem ser consumidos três vezes na semana", diz o médico. Se uma pessoa comer uma feijoada, por exemplo, terá consumido os créditos de grãos na semana.  

Sucos de fruta sem açúcar podem ser consumidos à vontade, bem como chás em pó ou sachês e água de coco. "Quem quiser também pode fazer uma vitamina de leite batido com frutas, sem problemas, pois tudo isso é liberado", ressalta Junior.  

Com relação às bebidas alcóolicas, cervejas e bebidas licorosas estão vetadas. Já os vinhos e as bebidas destiladas estão liberados. "É preciso manter alguns prazeres para que o paciente consiga seguir a dieta", afirma Junior. Ele enfatiza que o uso social da bebida, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), limita-se a até duas doses de destilado por dia ou duas taças de vinho.  

Para seguir a dieta, é preciso evitar a praticidade. "Ninguém quer perder tempo preparando uma refeição, por exemplo, mas o ideal é levar comida pro trabalho e não sair para comer fora", acredita Junior.  
Leia mais em PB Agora.

Taxa de desmatamento na Amazônia tem nível mais baixo da história

Taxa de desmatamento na Amazônia renova nível mais baixo da história
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou hoje (27) que a taxa de desmatamento na Amazônia Legal ficou em 4.565 quilômetros quadrados entre agosto de 2011 e julho de 2012, o menor nível desde que começou a medição, em 1988. Trata-se de uma redução de 27% em relação ao período anterior.
O Pará liderou mais uma vez a lista, com 1.699 quilômetros quadrados desmatados, embora tenha apresentado notável redução em relação ao ano passado, quando registrou 3.008 quilômetros quadrados, e em relação a 2004, pior resultado dos últimos anos, com 8.870 quilômetros quadrados. Em seguida vêm Mato Grosso (777 km2), Rondônia (761 km2) e Amazonas (646 km2). No pé do ranking estão Amapá, com 31 quilômetros quadrados de desmate, e Tocantins, com 53 quilômetros quadrados. Em termos percentuais, Tocantins (33%) e Amazonas (29%) apresentaram os piores resultados, ao passo que Amapá (-53%), Pará (-44%) e Maranhão (-33%) obtiverem os avanços mais expressivos. 
A taxa de desmatamento vem em queda desde 2004, quando esteve próxima do pico histórico, com 27,7 quilômetros quadrados, e a redução é constante desde 2008, quando 12,9 mil quilômetros quadrados foram derrubados. Ao longo da década, a redução mais expressiva foi obtida por Mato Grosso, que tinha 11,8 mil quilômetros quadrados em 2004, uma queda de 93% em oito anos. Em seguida, em termos percentuais, vêm o Pará (-81%), Rondônia (80%) e Tocantins (66%). 
“Ouso dizer que esta é a única boa noticia ambiental que o planeta teve este ano do ponto de vista de mudanças do clima. Em relação aos compromissos de metas voluntárias de redução de emissões estamos bastante avançados”, afirmou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. “É a menor taxa de desmatamento da história. Tem o grande marco que é jogar o desmatamento abaixo dos 5 mil quilômetros quadrados.”
A meta voluntária definida pelo governo brasileiro é reduzir a expansão anual da área de desmatamento ilegal da Amazônia para 3,9 mil quilômetros quadrados até 2020. Com o novo índice, fica falando apenas redução de 4% para que a área ambiental atinja a meta, oito anos antes do prazo.
De acordo com a ministra, embora não tenham sido identificadas todas as causas da elevação do desmatamento nesses estados, no Tocantins o problema está associado ao Cerrado Amazônico, que permite reserva legal de 35%. “Como os estados ainda não tornam disponíveis as informações do que é legal e do que é ilegal, não conseguimos identificar quanto do aumento desse desmatamento está associado a incremento de infraestrutura e de supressões legais”, informou.
No Amazonas, segundo Izabella Teixeira, ainda existe forte pressão de migração em torno da BR-317, na região de Apuí, onde existem denúncias de grilagem de terra. Conforme a ministra, a região está sendo monitorada. Com relação ao Acre, disse que não há informações.
“Possivelmente, trata-se de expansão urbana ou incremento de ocupação de território. Estamos perguntando ao governo do estado o que está sendo autorizado e o que os autos de infração do Ibama mostram, o que não tem licença ou que está com atividade ilegal. Por exemplo, [o agricultor] tem autorização para suprimir 10 hectares e suprimiu 30 hectares.”
Segundo Izabella Teixeira, a partir do ano que vem, a fiscalização será feita eletronicamente. Ao apresentar um novo aparelho que será utilizado pelos agentes ambientais, a ministra destacou que as operações ambientais vão entrar em um novo patamar a partir do ano que vem. “À medida que reduzimos o desmatamento, o desafio cresce. A partir de 2013, as ações serão marcadas por uma nova visão de operar tecnologia e planejamento estratégico e inteligência do monitoramento da Amazônia. Os modelos estão sendo revistos e nosso objetivo é acabar com a ilegalidade do desmatamento na Amazônia”, disse.
Com informações da Agência Brasil e Rede Brasil Atual.

Califórnia: Família morre afogada tentando salvar cachorro


praia

Na Califórnia (EUA), um casal e seu filho morreram afogados na tentativa de salvar seu cachorro levado da praia por uma onda de 3 metros.

Gregory James Kuljian, menino de 16 anos, lançou-se na água atrás do animal. Seu pai, Howard Gregory Kuljian, foi socorrê-lo mas uma forte corrente o levou para longe da costa.
Inicialmente, Gregory conseguiu sair, sozinho, à praia, onde sua mãe, Mary Helena Scott, sua irmã e amiga estavam à espera dele. Quando se tornou claro que o pai estava em perigo, Gregory e sua mãe lançaram-se na água na tentativa de salvá-lo mas morreram afogados.
O cachorro, contudo, conseguiu sair ileso à terra.

Rebeldes sírios abateram caça da Força Aérea da Síria


Síria

Os rebeldes abateram um caça das tropas governamentais na província de Idlib, no norte da Síria. O avião caiu perto da fronteira turca e explodiu. Os combatentes armados afirmam que o avião foi abatido por um míssil terra-ar.

Há um mês, a Rússia declarou que os EUA têm vindo a apoiar os fornecimentos de sistemas de defesa antiaérea aos adversários do presidente da Síria, Bashar al-Assad. O Departamento de Estado dos EUA negou estas acusações.

Cresce o número de países dispostos a apoiar Palestina na ONU


palestina onu palestina

Cresce o número de países dispostos a apoiar o pedido palestino de obter o status de país-observador na ONU. Hoje, a Espanha, Suíça, Noruega e Dinamarca manifestaram sua intenção de votar a favor do novo status da Palestina.

O ministro das Relações Exteriores do Reino Unido William Hague pretende anunciar aainda hoje aos membros do parlamento que Londres apoiará o pedido palestino.
Recentemente, também a Franças anunciou o seu apoio. A votação sobre a questão terá lugar na Assembleia Geral da ONU nesta quinta-feira, 29 de novembro. Para receber o novo status, a Palestina deve ser apoiada pela maioria dos 193 países-membros da Assembleia Geral. Atualmente, 132 deles reconhecem a Autoridade Nacional Palestina como um Estado.

São Paulo é negligente no combate à onda de violência, diz Anistia

Policiais observam corpos em São Paulo (foto: Getty Images)
Autoridades de São Paulo estão falhando em garantir a segurança pública e punir abusos a direitos humanos cometidos por agentes do Estado, afirmou a Anistia Internacional em entrevista exclusiva à BBC Brasil.
A afirmação ocorre em meio a uma onda de violência que já resultou nas mortes de mais de 90 policiais desde o início do ano e levou o número de vítimas de assassinatos no Estado para 571 só em outubro. A Anistia Internacional citou suspeitas de envolvimento de policiais em homicídios motivados por vingança e disse que tais casos não foram investigados adequadamente "durante muitos anos".
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo afirmou que vem cumprindo as leis de forma rigorosa, prendendo e expulsando maus policiais em todos os casos de violações.
"O Estado não compactua com policiais criminosos", disse a pasta em nota.
"Condenamos a negligência do Estado em duas questões: garantir segurança pública ampla e respeitosa e assegurar justiça para as vítimas de violações cometidas por agentes do Estado", afirmou Tim Cahill, pesquisador da Anistia Internacional, especialista em assuntos brasileiros.
A Anistia Internacional também condenou os ataques contra policiais, mas afirmou que é necessária a criação de um órgão federal independente, com poderes suficientes para investigar violações de direitos humanos no país.

Ciclo de violência

Desde o início deste ano vem se intensificando em São Paulo um conflito entre policiais e a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).
Segundo analistas e promotores ouvidos pela BBC, ações mais agressivas adotadas pela polícia para enfrentar o PCC provocaram uma forte retaliação do crime organizado, que deixou dezenas de policiais mortos - a maioria atacada no período de folga.
Em um ciclo ascendente de violência, grupos de atiradores não identificados deram início a uma onda de ataques a vítimas em bairros e cidades periféricos de São Paulo.
Imediatamente surgiram suspeitas de que tais esquadrões da morte eram formados por policiais e ex-policiais que decidiram agir por conta própria.
O ex-delegado geral de São Paulo chegou a afirmar na semana passada que registros criminais de parte das vítimas dos atentados foi checada em computadores da polícia momentos antes dos assassinatos. Horas depois, ele mudou sua declaração afirmado que tal prática foi um problema "no passado".
"A Anistia Internacional tem seguido a questão da violência em São Paulo por décadas". disse Cahill à BBC Brasil.
"Há muitos anos houve um alto número de mortes cometidas pela polícia que não estão sendo investigadas. Nós acreditamos que isso contribui não só para a corrupção da polícia mas para o próprio envolvimento da polícia em atos criminosos"
Em maio de 2006, o PCC praticamente parou a cidade de São Paulo com uma série de ataques contra forças de segurança pública. A violência na ocasião deixou quase 50 políciais e agentes penitenciários mortos e resultou nos assassinatos de aproximadamente 400 pessoas.
Cahill afirmou que tanto em 2006 como agora há fortes indícios de envolvimento de policiais nas mortes de civis, embora a Anistia não tenha "evidências concretas".
"Como em 2006, recentemente há uma grande suspeita de que o aumento notável de homicídios no Estado de São Paulo inclua um envolvimento forte de policiais", afirmou.

Órgão independente

Ele afirmou ainda que é necessário conduzir um processo de investigação independente sobre os casos e criar no país o que chamou de "um instituto nacional de direitos humanos", que seja independente do Estado e tenha o poder de investigar as ações da polícia.
Cahill disse que um projeto de lei relacionado a esse assunto tramita no Congresso, mas ele não atenderia totalmente a padrões internacionais de independência.
Afirmou ainda que o país deve abolir a prática de registrar assassinatos cometidos por policiais sob a classificação de "resistência seguida de morte". Esse recurso, afirmou, serviria apenas para evitar investigações imediatas e ajudaria a acobertar ações de maus policiais.
A Secretaria da Segurança Pública afirmou que embora a Anistia Internacional seja uma organização respeitável, suas declarações à BBC estão "equivocadas".
A pasta afirmou que o novo Secretário de Segurança Pública, Fernando Grella, determinou "reforço e atenção prioritária às investigações (dos assassinatos recentes), considerando-se todas as hipóteses nas apurações".
Ele anunciou uma integração maior entre os diversos setores da polícia e reforços nas forças de seguranças "para garantir a obtenção de resultados satisfatórios à população".
Leia mais em BBC Brasil

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Restos mortais de Arafat foram exumados


Cisjordânia Yasser Arafat esgumação

Um grupo internacional de peritos exumou o corpo do líder palestino Yasser Arafat, enterrado num mausoléu em Ramallah.

Agora os especialistas da França, Suíça e Rússia irão investigar se os restos mortais de Arafat tenham uma presença de substâncias tóxicas e radioativas. Espera-se que os resultados de testes serão divulgados em alguns meses.
Yasser Arafat foi morto em 2004 depois de uma breve doença, cuja causa até então está desconhecida.