sábado, 1 de dezembro de 2012

Consumo diário de pão previne doenças cardiovasculares


Pessoas que ingerem alimento branco ou integral têm baixos níveis de colesterol ruim e menor Estudo realizado por pesquisadores da , na Espanha, mostrou que o consumo de pão, especialmente integral, pode prevenir doenças cardiovasculares.

O estudo identificou os fatores metabólicos que são possivelmente relacionados aos efeitos                 benéficos do pão sobre o perfil lipídico e sobre a saúde cardiovascular de seus consumidores.
A equipe, liderada por Rafael Llorach, examinou o impacto do consumo de pão (branco e integral) em 275 voluntários mais velhos com alto risco de problemas cardiovasculares.
Os resultados mostraram que o consumo diário de pão, especialmente de farinha integral, tal como um elemento de uma dieta equilibrada, é associado a um perfil lipídico saudável, com níveis mais baixos de insulina no sangue.
"O estudo metabolômico nos levou a identificar os fatores metabólicos potenciais escondidos por trás dos efeitos positivos que o consumo do pão tem sobre o perfil lipídico e que pode ser determinante para uma melhor saúde cardiovascular", afirma a pesquisadora Cristina Andrés-Lacueva.
Os autores identificaram um metabólito relacionado à atividade de PPAR-alfa, receptor nuclear envolvido no metabolismo lipídico que é gerado nos consumidores de pão integral.
O estudo sugere que as pessoas que consomem diariamente pão, branco ou integral, mostram um perfil lipídico saudável, com baixos níveis de colesterol LDL (ruim) e níveis mais elevados de colesterol HDL (bom) do que as pessoas que consomem esporadicamente ou não consomem o alimento.
A equipe notou ainda que o consumo regular de pão está associado a uma menor concentração de insulina. "Este é um dos dados realmente importantes, quando o corpo não responde de forma correta para a ação da insulina, a glicose não pode atingir a parte interior das células e se acumula no sangue", explica Andrés-Lacueva. Este mecanismo de resistência à insulina, é um processo patológico fundamental no desenvolvimento do diabetes e também foi associado a um risco elevado de doença cardiovascular.

Os resultados do estudo coincidem com trabalhos científicos anteriores que mostraram um efeito preventivo derivado do consumo de fibras. concentração de insulina no sangue explica Andrés-Lacueva. Este mecanismo de resistência à insulina, é um processo patológico fundamental no desenvolvimento do diabetes e também foi associado a um risco elevado de doença cardiovascular.

Os resultados do estudo coincidem com trabalhos científicos anteriores que mostraram um efeito preventivo derivado do consumo de fibras.
WSSCOM

Coreia do Norte poderá afetuar lançamento de míssil na próxima semana


Coreia do Norte foguete lançamento

O lançamento de um míssil balístico da Coreia do Norte poderá ser realizado já na próxima semana, informou esta sexta-feira a mídia japonesa, citando a declaração de peritos norte-americanos e sul-coreanos.

A suposição é baseada na análise de imagens tiradas a 27 de novembro por um satélite espião estadunidense na área do polígono Sohae, no oeste da Coreia do Norte.
Em seguida, tais pressupostos foram apresentados por representantes dos círculos diplomáticos e militares do Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos.
Em abril de 2012, a partir do polígono Sohae tinha sido realizado o lançamento fracassado do míssil Unha-3 com satéliteKwangmyongsong -3 .

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Cientistas criam células-tronco do sangue


Experimento inédito poderá indicar forma mais viável de criar células para uso médico.

 Cientistas da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, desenvolveram  uma forma de criar células tronco a partir do sangue.

O experimento inédito pode indicar a forma mais viável de criar células para tratar pacientes.

A maior parte das células-tronco são criadas a partir da pele humana, mas estudos recentes mostram que células geradas pela pele humana são menos seguras para o uso médico.

Leia mais em BBC Brasil e WSCOM Oline.

PB:Chove no Sertão, Cariri e Curimataú

Pancadas de chuva registrada no início da noite desta quinta-feira (29) animaram moradores das regiões do Sertão, Cariri e Curimataú paraibano. O fato foi bastante comemorado por internautas destas regiões, que postaram inúmeras fotos nas redes sociais.
Além do início das chuvas, que neste período são chamadas de trovoadas no Sertão e Cariri, os internautas também comemoraram a mudança do clima, uma vez que as temperaturas começaram a cair.
Entre as cidades citadas pelos internautas estão Patos, Santa Luzia, Triunfo, São Bento, Monteiro, Sumé, Poço de José de Moura, São José dos Cordeiros e Soledade.
“Nas cidades de Patos e Santa Luzia está chovendo”, comemorou o twitteiro Dan Barbosa.
“Que cheiro bom é o cheiro da chuva”, disse Toni Lúcio.
WSCOM

Irã exige que AIEA encerre investigação sobre seu programa nuclear


Irã AIEA

O Irã exigiu que a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) encerre a investigação sobre seu programa nuclear, apresentando uma declaração de 50 pontos que, de acordo com o lado iraniano, refuta a hipótese de Teerã estar desenvolvendo armas de destruição em massa.

     De acordo com o representante permanente do Irã na AIEA, Ali Asghar Soltaniye, o documento sugere que a investigação da AIEA sobre o programa nuclear do Irã deve ser "imediatamente encerrada".

Elevação do estatuto da Palestina na ONU não resolve os problemas


Cisjordânia ONU Palestina Faixa de Gaza Hamas Fatah

A Assembleia Geral da ONU aprovou, por esmagadora maioria de votos, o estatuto da Palestina como estado observador. Na opinião de Moscou, que votou a favor, a elevação do estatuto palestiniano irá favorecer o diálogo entre os palestinos e os israelenses.

Entretanto, a comunidade de analistas se dividiu, a esse respeito, em otimistas e pessimistas.
Hoje, os palestinos rejubilam. Na sua perceção, para a obtenção da soberania só falta mais um passo. Se bem que, na realidade, o principal obstáculo para se obter um Estado palestino de pleno direito sejam os próprios palestinos. De fato, a Autoridade Palestina é a Cisjordânia, onde no poder está a Fatah. Essa organização foi fundada em 1957 pelo então futuro líder da OLP, Yasser Arafat. Desde então, o movimento percorreu um longo caminho desde os métodos estritamente terroristas de combate ao reconhecimento da existência de Israel e à escolha de uma via pacífica para a regularização do conflito.
Fatah sofre a concorrência do Hamas da Faixa de Gaza. Este escolheu como seu objetivo último a criação de um califado muçulmano e a libertação da Palestina das mãos dos sionistas. Esses dois movimentos perseguem objetivos diferentes. Os primeiros são sobretudo nacionalistas laicos. Os segundos são internacionalistas islamitas, para quem um Estado palestino não representa um interesse especial. São divergências ao nível ideológico que são extremamente difíceis de superar.
Outro aspeto importante é a Palestina depender financeiramente de Israel e dos EUA. Tudo indica que, para os palestinos, não é viável economicamente irritar o Ocidente. No entanto, eles se decidiram a dar esse passo. O chefe de redação da revista Rússia na Política Global, Fiodor Lukianov, partilhou a sua opinião sobre esse assunto:
"Paradoxalmente, a Palestina se encontra, por um lado, no centro de todos os acontecimentos, e por outro, não interessa, falando francamente, a ninguém nos outros países árabes. O destino do povo palestino é a última coisa a preocupar alguém. A triste ironia de tudo isto é que o estatuto da Palestina é promovido quando o projeto de um estado palestino se pode dizer que praticamente morreu. Algo me diz que o problema palestino, se se vier a resolver, será de uma forma diferente e em ligação com um outro Estado que se chama Jordânia. O que é a Jordânia? É um estado em que 70% da população são palestinos. Existe aqui um amargo paradoxo. Por um lado, nós iremos avançar para o reconhecimento da Palestina que foi inventada no gramado da Casa Branca. Por outro lado, a verdadeira Palestina irá se formar, pelos vistos com grandes conflitos e consequências imprevisíveis, noutro lugar".
Com tudo isto, a comunidade internacional não pode virar as costas ao processo de paz do Oriente Médio, pois a região é crucial para o sistema de estabilidade global. Apesar das críticas, o quarteto de mediadores internacionais, que inclui a Rússia, os EUA, a ONU e a União Europeia, deve continuar a elaborar o um plano de ações de paz, simplesmente porque não existe qualquer outro mecanismo comprovado.
Por outro lado, os países principais terão de pensar numamodernização radical da abordagem da regulação da situação no Oriente Médio. Esperamos que a elevação do estatuto palestino na ONU (com as respetivas consequências bastante sérias, mas ainda mal previstas) estimule reflexões a esse respeito. VOZ DA RÚSSIA

Cinco perguntas podem prever obesidade infantil, diz estudo

Obesidade (arquivo/BBC)
Pesquisadores britânicos afirmam que uma fórmula simples com cinco perguntas é capaz de prever o risco de obesidade de uma criança logo após seu nascimento.
Os cientistas do Imperial College de Londres analisaram 4.032 crianças finlandesas nascidas em 1986 e as informações de outros dois estudos, com 1.053 crianças italianas e 1.032 crianças americanas. Eles descobriram que apenas a análise de algumas medidas simples já é o bastante para prever a obesidade.
A lista tem cinco perguntas: o peso da criança ao nascer, o índice de massa corporal dos pais, se a mãe fumou ou não durante a gravidez, o número de pessoas que moram na casa da criança recém-nascida e o status profissional da mãe.
Os dois últimos itens estão relacionados ao ambiente social no qual a criança nasce e que pode elevar o risco de obesidade.
"Quanto menor o número de pessoas morando na residência, maior o risco de obesidade da criança, pois este número está ligado à mães solteiras", afirmou à BBC Brasil a professora do Imperial College Marjo-Riitta Jarvelin, que participou do estudo.
"E quanto ao status profissional da mãe, sabemos que uma mãe com maior (nível de) educação é mais bem preparada, sabe mais a respeito da saúde da criança", acrescentou.
"A equação é baseada em dados de um recém-nascido que todos podem obter e descobrimos que pode prever cerca de 80% (dos casos de) crianças obesas", afirmou Philippe Froguel, do Imperial College de Londres, que liderou o estudo.
Anteriormente, os especialistas acreditavam que fatores genéticos eram os maiores determinantes de problemas de peso em crianças, mas apenas cerca de um em cada dez casos de obesidade é resultado de uma mutação genética rara que afeta o apetite.
A pesquisa foi publicada na revista especializada PLos One. Os fatores de risco para obesidade já eram muito conhecidos, mas esta é a primeira vez que estes fatores foram colocados juntos em uma fórmula.
Para Philippe Froguel, a prevenção da obesidade é a melhor estratégia para a infância.
"Infelizmente, as campanhas de prevenção tem sido muito ineficazes para evitar a obesidade entre crianças em idade escolar. Ensinar aos pais sobre o risco do excesso de alimentação e maus hábitos nutricionais seria muito mais eficaz", afirmou.
"A mensagem é simples. Todas as crianças em risco devem ser identificadas, monitoradas e bem aconselhadas, mas isto custa caro", acrescentou.
"A prevenção deve começar o mais cedo possível, pois perder peso é muito mais difícil", afirmou Marjo-Riitta Jarvelin.
Paul Gately, especialista em obesidade infantil na Leeds Metropolitan University, afirmou que uma ferramenta como esta pode ajudar o sistema público de saúde britânico a alcançar especificamente pessoas que tem risco de obesidade, ao invés da abordagem sem foco e única para todos os casos, "que nós sabemos que não funciona".
"Em vez de gastar com um número enorme de pessoas, podemos ser mais específicos e gastar de forma apropriada. Podemos não economizar no curto prazo, mas gastaremos com mais sabedoria e poderemos reduzir os gastos (relativos a obesidade) do NHS (sistema público de saúde britânico) no futuro", disse.
"Fizemos um ótimo trabalho destacando que a obesidade é uma questão séria mas deixamos o público em geral paranoico (pensando que) todos correm o risco (de ficar obesos)."

BBC Brasil