domingo, 2 de dezembro de 2012

Fim do mundo, é uma ameaça para crianças e adolescentes suicidas,segundo a NASA


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A NASA emitiu uma grave advertência de que rumores do “fim do mundo”, para o dia 21 de dezembro, representam uma ameaça real para crianças assustadas e adolescentes depressivos, informa o jornal britânico Daily Mail.

David Morrison, um astrobiólogo da Agência Espacial Norte-americana disse nesta semana durante uma conferência online, que recebe um grande número de e-mails e cartas de cidadãos preocupados, na maioria das vezes jovens.
“Alguns dizem que não conseguem comer ou dormir, enquanto outros dizem que querem se matar antes do fim do mundo”, disse Morrison.
“Embora esta seja uma piada para algumas pessoas e um mistério para outros, há um núcleo de pessoas que estão realmente preocupadas”, disse.
A NASA desmente que o mundo acabará em dezembro. Os rumores do apocalipse são baseados em interpretações do ciclo do calendário Maia que terminará no dia 21 de dezembro de 2012.

Registrada atividade suspeita em torno de arsenais de armas químicas na Síria


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Uma “fonte” ligada aos serviços secretos dos EUA e Israel afirmou estar na posse das informações sobre atividades suspeitas em torno dos arsenais de armas químicas na Síria, comunica a mídia israelense.

Segundo a “fonte”, os serviços secretos não conseguiram estabelecer a razão exata dessas atividades. Contudo, elas diferem das operações habituais de manutenção das armas químicas nos arsenais militares, o que pode provar estarem a ser levados a cabo preparativos para seu emprego.
Desertores de alta patente do exército de Assad têm afirmado reiteradamente que o regime não hesitaria um segundo perante o emprego de armas químicas, em caso de perigo direto para sua existência.

Jovens ignoram risco da AIDS


Há, no Brasil, uma geração que, embora com amplo acesso a informações, não tem a real percepção dos perigos do sexo sem proteção. Aproximadamente 60% dos jovens entre 18 e 29 anos acham que não correm risco (ou consideram pequena essa ameaça) de contrair doenças sexualmente transmissíveis (DST). De cada 10 jovens, quatro acreditam que não é preciso usar preservativos em relacionamentos estáveis e três desconfiariam da fidelidade do parceiro que propusesse o uso regular da camisinha.
A pesquisa, encomendada pela Caixa Seguros com colaboração da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) e o Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, ouviu 1.208 jovens em 15 estados e no Distrito Federal entre 2011 e 2012. Do total, 78% responderam que já usaram camisinha, ao menos uma vez, para se proteger contra DST. No entanto, 40% não consideraram o uso do preservativo eficaz para evitar infecções ou uma gravidez indesejada.
Apesar das campanhas governamentais de prevenção e das facilidades de acesso a informações sobre a doença, os números mostram que o índice de incidência da aids entre jovens de 15 a 29 anos vem se mantendo relativamente estáveis. Em 2011, foram notificados 9,1 mil casos; em 2010 foram 8,8 mil; e em 2009, as notificações nessa faixa etária somaram 8,4 mil. No primeiro semestre deste ano, o Ministério da Saúde recebeu 4,4 mil notificações.
Segundo o coordenador da pesquisa, Miguel Fontes, a pesquisa aponta que os jovens não colocam em prática o que aprendem em relação a DST. "Os jovens brasileiros não se acham em perigo de contrair aids. Eles se sentem fortalecidos no plano do conhecimento, mas, quando puxamos para a realidade, vemos que eles estão em situação de vulnerabilidade. As práticas do uso do preservativo na última relação são baixas." De acordo com a pesquisa, 36,1% dos entrevistados não usaram camisinha na última relação sexual e 39% disseram que só fazem questão de usar preservativo apenas na primeira relação com um novo parceiro.
P., de 30 anos, contraiu o vírus da aids (HIV) quando tinha 22 anos, em uma relação sexual desprotegida. "Conhecia a pessoa há quase um ano e não imaginei que ela tivesse (o HIV)." P. conta que procurou um médico quatro meses depois, quando já passava por problemas de saúde relacionados à doença. "Quando fui fazer o exame, vi a pessoa na fila para se consultar com o infectologista. Soube por terceiros que a pessoa fazia tratamento por causa do HIV."
Ele reconhece que, apesar de ter o hábito de usar o preservativo, o excesso de confiança no parceiro o levou ao descuido. "De certa forma, me senti traído. Fiquei frustrado na época, mas me conformei porque também tive culpa, não cuidei de mim. O HIV não escolhe se a pessoa é bonita, rica ou pobre."
Álcool e drogas
Para P., o uso de drogas é um fator que expõe os jovens ao risco. "O jovem, hoje, tem a informação. Há vários projetos de conscientização, mas, infelizmente, o grande problema são as drogas. Os usuários não têm noção do perigo e acabam se arriscando. No meu caso, foi uma questão de descuido. Eu tinha o conhecimento, mas confiei por estar gostando da pessoa e, no calor das emoções, coloquei minha vida em risco." De acordo com a pesquisa, 34% dos entrevistados admitem já ter se relacionado sexualmente sem proteção justamente após o consumo de drogas - lícitas ou ilícitas.
"O álcool tem uma influência bombástica em relação às opções que os jovens têm feito em relação à sexualidade. Além disso, houve um aumento do consumo de bebidas entre as mulheres mais novas. Isso mexe com a capacidade da pessoa de se preservar, por mais que ela tenha informação", avalia o pesquisador Miguel Fontes.
O mais recente boletim epidemiológico do Ministério da Saúde revela que foram notificados 4.485 novos casos de aids entre jovens e adolescentes de 15 a 29 anos em todo o Brasil. O chefe da área de Vigilância, Informação e Pesquisa do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Gerson Fernando Mendes, ressalta que o aumento da infecção entre jovens ocorre no mundo todo. "Os últimos boletins mostram que, no Brasil, houve aumento da tendência em jovens, homens e mulheres, e, principalmente, homens que fazem sexo com homens na faixa de 15 a 24 anos. De maneira geral, há o que chamamos de epidemia concentrada, com prevalência de 5% entre profissionais do sexo e usuários de droga e 10% entre homens que fazem sexo com homens", informou Mendes. Procurada, a Secretaria de Saúde do DF informou que o boletim epidemiológico local será divulgado na segunda-feira.
Leia mais em WSCOM.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Homens têm que fazer autoexame nos testículos para afastar risco de câncer


Pouca gente sabe, mas, assim como as mulheres  que realizam regularmente o autoexame das mamas para detectar possíveis tumores, os homens também podem e devem conferir com frequência como está o órgão reprodutivo masculino.
O autoexame dos testículos é uma prática recomendada pelos oncologistas e urologistas principalmente porque pode detectar, em seu estágio inicial, o surgimento de tumores. Se diagnosticado no início, por meio do autoexame, as chances de cura do câncer de testículos chegam a ser de 95%, conforme explica José Francisco da Silveira, médico urologista e professor da Universidade Estadual de Maringá.
O Instituto Nacional do Câncer (Inca) recomenda que o autoexame dos testículos deve ser feito, no mínimo, uma vez por mês. Silveira concorda e diz que os homens devem se autoexaminar sempre, atentando-se a qualquer alteração, tanto dos testículos quanto do pênis.
Caso algo de estranho seja percebido pelo homem, durante o autoexame, um médico urologista deve ser procurado imediatamente. “Se surgir algum caroço, independentemente do tamanho, mesmo que não doa, é obrigatório que a pessoa procure um urologista. O câncer de testículo geralmente não dói”, ressalta o médico especialista.

Câncer de testículo pode atingir jovens
: O urologista Silveira informa que o câncer de testículo é mais comum em homens entre 25 e 45 anos. “Atinge uma população jovem e produtiva.
Já que existe a possibilidade de cura, quando diagnosticado e tratado em estágio inicial, é muito importante que o homem se autoexamine sempre e verifique se há qualquer alteração em seu órgão reprodutivo”, reforça o urologista.
Quando comparado a outros cânceres que podem ocorrer nos homens, a incidência de câncer de testículo não é muito alta. Dos tumores malignos que acometem os homem, 5% ocorrem nos testículos, segundo o Inca.
Fatores de risco: Silveira explica que, principalmente na infância, os pais devem consultar o urologista para que seja feita uma avaliação e ver se realmente os dois testículos desceram para a bolsa testicular. “Um dos fatores que é preocupante para o surgimento de câncer nos testículos é quando algum deles [testículos] fica retido na região do abdome ou na região da virilha. Com o testículo nesta localização atípica, a infertilidade também é causada”, explica o especialista.
Além de eventuais caroços nos testículos, o urologista enumera outros sintomas percebidos que podem ser motivos de alerta e justificar uma visita ao médico. “Secreção no canal, independentemente da cor ou da quantidade, que gera coceira ou dor, pode ser indício de alguma doença sexualmente transmissível. Se o homem também encontrar em seu pênis alguma verruga, úlcera e, claro, os caroços nos testículos, devem contatar obrigatoriamente um urologista”, receita o médico Silveira.
Atenção: Segundo o Inca, os principais fatores de risco para o desenvolvimento de câncer de testículo são o histórico familiar deste tumor, lesões e traumas na bolsa escrotal e a criptorquia (quando não há a descida correta dos testículos até a bolsa testicular).
Raro: A incidência do câncer de testículo é de três a cinco casos para cada grupo de 100 mil pessoas. Ainda que baixa, não vacile.
Focando a Notícia

Polícia Civil faz apreensão recorde de cocaína no Estado


A Polícia Civil da Paraíba realizou, na tarde dessa sexta-feira (30), a maior apreensão de cocaína registrada no Estado. Os policiais da Delegacia de Repressão ao Entorpecente (DRE) apreenderam 10 quilos da droga pura e 20kg  na forma de crack em uma residência localizada no bairro de Mangabeira VIII, na Capital. Duas pessoas foram presas e uma adolescente apreendida.
“Nunca apreendemos tanta cocaína de uma só vez. Esse trabalho demonstra o empenho da polícia no combate ao tráfico de entorpecente e se reflete também na diminuição do número de homicídios no Estado porque os assassinatos estão intimamente relacionados ao comércio de drogas”, analisa o titular da Gerência de Polícia Civil Metropolitana, Wagner Dorta.
De acordo com delegado, a droga foi trazida para a Paraíba pelo casal Janilson Barbosa Costa, 33 anos, e Alessandra Macio Gonzaga do Nascimento, 38 anos, ambos naturais de Natal (RN). “Realizamos um trabalho prévio de investigação. Estávamos ha algum tempo acompanhando os passos desse casal e esperamos o momento oportuno para realizar a apreensão”, revela o delegado.
Combate ao tráfico
De janeiro a setembro de 2012 foi apreendida mais de tonelada de droga, sendo 92 quilos de cocaína em forma de crack, 5 quilos de cocaína pura e 404 de maconha. Muitos líderes do comércio de entorpecente que atuavam na Paraíba também foram presos.
Apenas durante a Operação Liberdade, iniciada no dia 31 de agosto, mais de 100 quilos de maconha foram retirados de circulação e 25 pessoas presas por tráfico de drogas. No mesmo mês, na Operação Eclipse, 10 pessoas foram presas nos municípios de Pilar, São Miguel de Taipú e João Pessoa. Na última quarta-feira (28) outros seis traficantes foram presos em Pitimbu, Litoral Sul da Paraíba.  Muitas das pessoas presas também tinham envolvimento com outros tipos de crimes como roubos e homicídios.
 Focando  a Noticia

Hospital despeja urina radioativa nos esgotos

Esgoto de Paris (foto: Prefeitura de Paris)A urina dos pacientes do Instituto de Cancerologia Gustave-Roussy, nos arredores de Paris, deveria ter sido progressivamente descontaminada antes de ser lançada nos esgotos da capital. Mas houve um vazamento em um dos reservatórios que estocam a urina dos doentes e ela acabou sendo lançada no esgoto antes do processo de descontaminação.
A urina radioativa percorreu dez quilômetros da rede de esgotos de Paris antes de ser enviada a uma estação de tratamento de esgotos na periferia da capital.

Impacto

"Assim que constatamos o vazamento, alertamos a Autoridade de Segurança Nuclear (ASN)", informa o Instituto Gustave-Roussy, em Villejuif, considerado uma referência no tratamento do câncer na França e também na Europa.
A ASN, que investiga o incidente, declarou que a urina continha uma concentração de iodo 131 – elemento radioativo normalmente utilizado em radioterapias de cânceres da tireoide – acima do limite autorizado.
Para a autoridade governamental, responsável por prevenir riscos ligados à radioatividade, a urina contaminada não ocasionou um impacto importante em termos de segurança.
"O índice de radioatividade ficou acima dos níveis regulamentares, mas sem registrar perigo", diz a ASN.

'Repetição'

A autoridade classificou o incidente como nível um na escala internacional INES, de gravidade de acidentes nucleares. A escala vai de zero a sete (somente a explosões da central de Chernobyl, na Ucrânia, e de Fukushima-1, no Japão, atingiram até hoje o nível sete).
A ASN afirma que a decisão de classificar o incidente em nível um é devida à "repetição" do problema e ao fato de que o instituto despejou a urina radioativa nos esgotos em vez de procurar soluções alternativas.
Segundo a ASN, o instituto Gustave-Roussy já havia registrado, em 2010, dois incidentes do mesmo tipo, ligados a vazamentos nas canalizações por onde circulam as urinas radioativas.
O hospital se comprometeu a criar um sistema de fiscalização e de gestão dos reservatórios de urina dos pacientes e estudar soluções alternativas de estocagem caso ocorra uma nova falha nos equipamentos.
Enquanto aguarda que o instituto de cancerologia tome providências, a ASN tem outro problema urgente para resolver na área médica: um pacote contendo uma fonte radioativa líquida de fluor 18 para uso hospitalar desapareceu.
O pacote, que deveria ter sido entregue por uma empresa de transportes ao Centro Hospitalar Universitário de Nîmes, no sul da França, sumiu em 19 de novembro durante o trajeto, informou a ASN nesta quarta-feira.

BBC Brasil

Presidente palestino apela por volta da negociação de paz com Israel


O presidente palestino, Mahmud Abbas, pediu nesta sexta-feira (30) a retomada dasnegociações de paz com Israel e o fim da colonização, um dia após a aprovação do status de Estado observador não membro da ONU para a Palestina pela Assembleia Geral do organismo diplomático.
"Disse mil vezes que queremos retomar as negociações e estamos dispostos a fazê-lo (...), mas existem não menos de 15 resoluções da ONU que consideram que a colonização é ilegal e um obstáculo para a paz (...) Por que (os israelenses) não suspendem a colonização?", disse Abbas ajornalistas em Nova York.
Pouco antes, Israel anunciou a autorização para construir mais 3 mil casas em assentamentos em Jerusalém Oriental e na Cisjordânia, no que foi considerado uma "represália" pelos palestinos, um dia após a vitória diplomatica nas Nações Unidas, considerada pelo presidente Abbas como uma "certidão de nascimento" da Palestina.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, considerou que, ao apresentar a solicitação na ONU, os palestinos "violaram seus acordos com Israel".
"Israel atuará como consequência", acrescentou.
Ao obter o status de Estado não membro, a Palestina poderia teoricamente ratificar o Estatuto de Roma e recorrer ao Tribunal Penal Internacional (TPI).
WSCOM Online