quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Educação do Brasil se aproxima de países desenvolvidos


O Brasil tirou cinco no índice que mede a qualidade da Educação divulgado na tarde desta terça-feira (14) pelo Ministério da Educação (MEC). A nota parece baixa, insuficiente até para um aluno ser aprovado, mas é para ser comemorada. 
 
 
É que, em 2005, primeiro ano em que o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi medido, a nota do país era 3,8 para os primeiras séries (ou anos) do Ensino Fundamental, etapa de grande importância, pois abrange o período de alfabetização. 
 
 
Com cinco, nos aproximamos, pela primeira vez, dos países desenvolvidos da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) ,como o Japão e a Finlândia que, segundo o MEC, teriam o índice na casa dos seis pontos. O crescimento do país é estável desde 2005, com 0,4 ponto a cada dois anos. 
 
 
A região Sudeste, como nas edições anteriores do índice, ainda é a que tem maior qualidade no ensino. Com nota 5,6, ela superou o Sul (5,5) e o Centro-Oeste (5,3). O Norte e o Nordeste, ambos com 4,2, são as áreas que concentram os piores indicadores educacionais do país. Entre os estados com as melhores escolas estão Minas Gerais, Santa Catarina, São Paulo, Distrito Federal e Paraná (veja o ranking completo abaixo). 
 

Entenda como funciona o Ideb 
 
O índice surgiu em 2005 e foi o primeiro na história do Brasil a medir a qualidade da Educação. Ele é calculado a partir do desempenho dos alunos na Prova Brasil e no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), dois exames que medem os conhecimentos em Língua Portuguesa e Matemática dos estudantes de escolas públicas e particulares. As notas dos alunos são combinadas com taxas de aprovação (medidas pelo Censo Escolar) e resultam em um valor que vai de 0 a 10. 
 
 
O índice é calculado para todo país, por região, por estado, por cidade e até para cada escola. É fundamental que as famílias fiquem atentas a nota da escola dos filhos, pois o Ideb é o principal indicador da qualidade do ensino que as crianças recebem.
Cenário-MT.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Nova estratégia para impulsionar o PIB


Presidente Dilma Rousseff (foto:Agência Brasil)Preocupada com o fraco desempenho da economia brasileira neste ano, a presidente Dilma Rousseff prepara mais um pacote de medidas para tentar reverter tal quadro. A primeira etapa desse novo plano deve ser anunciada na próxima quarta-feira, incluindo concessões de rodovias e ferrovias ao setor privado.
Desta vez, porém, os projetos em discussão podem indicar uma mudança sensível na gestão econômica do país, segundo analistas ouvidos pela BBC Brasil. As ações buscam baixar os custos de produzir no Brasil e ampliar o papel da iniciativa privada na economia.
 O governo, dizem eles, parece ter se convencido de que a principal estratégia adotada desde o governo Luiz Inácio Lula da Silva para promover o crescimento deixou de surtir efeitos.
Segundo esses analistas, a alta do consumo interno que alimentou grande parte do êxito econômico dos últimos anos – facilitada tanto pelo aumento do crédito quanto pela elevação da renda entre os mais pobres – não é mais capaz de sustentar taxas de crescimento satisfatórias.
Ao aumentar o espaço para a iniciativa privada e esforçar-se para baratear os custos de produção, afirmam, o governo ampliaria seu leque de estratégias, o que permitiria uma retomada a longo prazo da economia.
Com as ações, Dilma quer evitar novas reduções na projeção de crescimento do PIB deste ano. O governo já baixou sua previsão de crescimento de 4,5% para 3%, enquanto analistas consultados pelo Banco Central estimam que o PIB crescerá apenas 1,81%, segundo o último boletim Focus divulgado nesta segunda-feira.
Nas próximas semanas, grandes empresários devem ser convidados a Brasília para assistir ao anúncio da primeira parte do pacote econômico. Entre as medidas em discussão estão novas desonerações para a indústria, a redução das tarifas de energia e privatizações de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos.
O grau dos estímulos, porém, dependerá da disposição do governo em reduzir o superavit primário – a economia para abater a dívida pública. A meta do superavit em 2012 é de 3,1% do PIB, mas o governo considera reduzi-la para aumentar os gastos ou promover novas desonerações.
Também será levada em conta a perda na arrecadação com o Plano Brasil Maior, recentemente aprovado no Congresso e que reduziu alíquotas para vários setores industriais.BBC Brasil.

Noiva esfaqueia o noivo horas antes do casamento


Durante uma discussão, na madrugada de sábado (11), Na Cola Darcel Franklin, 31 anos, acertou o seu noivo, Billy Rafael Brewster, 36 anos, com uma faca, matando-o a apenas algumas horas do casamento. O crime foi testemunhado pelo primo da vítima, que tentou separar a briga do casal, que se casaria às 10 horas daquele mesmo dia.
Segundo o site Daily News, a esposa do primo de Brewster, Monique Kali, disse, em depoimento à polícia, que o casal estava brigando quando alguém gritou "faca".
Quando ela foi até o apartamento para ver o que estava acontecendo, viu seu marido entre Franklin, que estava segurando uma faca, e Brewster, que sangrava do outro lado.
Monique e seu marido conseguiram desarmar Franklin, enquanto Brewster sangrava do lado de fora do apartamento onde foi encontrado pelos policias.
A noiva foi presa e acusada de homicídio. Em seu depoimento à polícia, Franklin disse que não esfaqueou o noivo de proposito.
— Eu não tinha a intenção de matá-lo. WSCOM.

Moscou não reconhece sanções dos EUA contra Irã


Rússia, EUA, Irã, sanções, MREO MRE da Rússia qualificou de “inaceitáveis” e “inadmissíveis” as novas sanções econômicas dos EUA contra o Irã que entraram em vigor na sexta-feira passada.

 As relações entre a Rússia e os EUA irão sofrer as consequências se as empresas russas forem alvo dessas sanções, declarou o MRE da Rússia.

Segundo o comunicado oficial do ministério, a Rússia segue rigorosamente as limitações relativas ao Irã aprovadas pelo Conselho de Segurança da ONU e não reconhece as sanções “introduzidas unilateralmente por Washington sob o pretexto da preocupação com o programa nuclear iraniano e contrariando de forma grosseira o direito internacional”.
No dia 10 de agosto, o presidente dos EUA Barack Obama assinou a lei que reforça as sanções econômicas contra o Irã já aprovada pelo Senado e pela Câmara dos Representantes no Congresso. Essa norma complementa as sanções introduzidas anteriormente pelas autoridades dos EUA com base na resolução do Conselho de Segurança da ONU aprovada em junho de 2010.

Irmãos adolescentes mantinham relação sexual

Pedofilia - imagem ilustrativa
Uma situação fora do comum deixou moradores da região do Conde, Litoral Sul da Paraíba, indignados, quando veio a tona um envolvimento amoroso e sexual entre dois irmãos adolescentes.
A denúncia foi feita pelos vizinhos, que não se conformavam com a situação incestuosa. O sargento Wandregir, do Pelotão de Choque da Polícia Militar esteve na ocorrência e confirmou que familiares e a mãe dos menores, Maria da Penha, sabiam do envolvimento.
A mãe pediu ao policial que o Conselho Tutelar do município levasse o filho de 15 anos. 
"Na verdade, eu já tinha pedido que o Conselho Tutelar viesse pegar o meu filho. Nós já tínhamos feito a denúncia do caso amoroso entre os irmãos, mas ninguém deu importância. Não quero perder minha filha. Prefiro que o garoto fique no conselho", afirmou.
O sargento relatou que a menina de 11 anos confessou que mantinha relação com seu irmão há um ano.  De acordo com a mãe o padrasto não tem nenhum envolvimento com a garota.
A menor foi encaminhada à perícia médica para fazer exames que possam constatar a conjunção carnal em João Pessoa. A delegacia da cidade vai investigar o caso.
Portal Correio.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Estados Unidos ameaçam declarar zona de exclusão aérea por cima da Síria


Estados Unidos ameaçam declarar zona de exclusão aérea por cima da SíriaA oposição síria exige que seja criada uma zona de exclusão aérea por cima das fronteiras com a Jordânia e Turquia, declarou aos jornalistas ocidentais o chefe do Conselho Nacional Sírio, Abdel Basset Sayda.

No sábado passado, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, qualificou, durante uma visita a Istambul, o estabelecimento de tal zona como uma das medidas de ajuda à oposição. No ano passado, a declaração desta zona por cima da Líbia permitiu limitar consideravelmente o uso da artilharia e da aviação, subordinadas a Muammar Kadhafi, contra os rebeldes líbios.
A situação é comentada por Ajdar Kurtov, perito do Instituto de Avaliações Estratégicas da Rússia:
“Com certeza, vem à mente uma analogia entre a decisão de estabelecer uma zona de exclusão aérea por cima da Líbia e a proposta feita por americanos em relação à Síria. A decisão sobre a Líbia foi tomada pelo Conselho de Segurança da ONU. Esta entidade não é capaz por enquanto de atuar equilibradamente, mas os Estados Unidos podem optar por uma via mais radical, tentando introduzir a zona de exclusão aérea, iludindo a decisão do Conselho de Segurança.
Sem dúvida, a zona de exclusão aérea irá contribuir apenas para preparar uma agressão terrestre, porque ações militares já são fixadas tanto na fronteira turco-síria do norte, como na sírio-jordana do sul”.
Na véspera, na fronteira sírio-jordana, teve lugar um confronto entre militares dos dois países, em que foram utilizadas veículos blindados. Nada se comunica sobre as vítimas, mas é evidente que o conflito sírio se alastrou para a Jordânia.
O incidente ocorreu nomeadamente na região da fronteira, através da qual sírios fogem para um país vizinho, para escapar à guerra. Testemunhas oculares afirmam que o tiroteio foi começado por militares sírios, quando mais um grupo de refugiados tentava atravessar a fronteira.
A Jordânia ocupa por enquanto uma posição mais moderada no conflito sírio em comparação, por exemplo, com a Turquia vizinha ou alguns países do Golfo Pérsico. É evidente que o pioramento das relações entre Amã e Damasco atingirá em primeiro lugar refugiados sírios e dará um pretexto para o Ocidente, Ancara, Er-Riad e outros partidários do derrubamento de Bashar Assad para endurecer as sanções.
Pelos vistos, o Líbano é o país mais prejudicado em resultado dos acontecimentos dramáticos na Síria. É ligado historicamente à Síria com os laços muito fortes. Citamos as declarações do antigo presidente libanês, Emile Lahoud, feitas à Voz da Rússia:
“A crise na Síria dura de há um ano e meia, mas o Governo continua a manter o poder. A oposição é apoiada com armas e equipamentos sofisticados, tendo do seu lado também meios de comunicação social dos países ocidentais e de alguns Estados árabes, mas tudo está em vão. Muitas pessoas na Síria apoiam o seu presidente. Se o Governo sírio for derrubado e o país for desmembrado, a região e, em primeiro lugar, o Líbano serão dominadas pelo caos”.
A nomeação de um novo representante especial da ONU e da Liga Árabe em vez de Kofi Annan, que irá se demitir, poderia prevenir a escalada futura da crise em torno da Síria. Mas a busca de um sucessor é protelada e não sem a participação das forças no Ocidente, que ainda em tempos de Kofi Annan se manifestaram ativamente pela erradicação deste posto e o fim da missão de observadores da ONU.
O agravamento da guerra civil será inevitável, se estas forças ficarem por cima. Isso, por seu lado, estimulará os partidários da declaração de zonas de exclusão aérea nas fronteiras com a Síria a passarem das palavras para a prática.Voz da Russia.

Beber água demais pode matar


Sasha Kennedy, de 26 anos, que mora em Essex, Inglaterra, é obcecada por água e chega a tomar 25 litros por dia. Muito dedicada aos dois filhos, Reggie, de dois anos, e Fraser, de um ano, a mulher assume que o vício vem arruinando sua vida.
Ela conta que essa "sede" afeta relacionamentos, carreira e, até mesmo, seu sono, pois não consegue dormir uma hora sem ter que levantar para beber água ou ir ao banheiro.
— Eu não bebo na frente dos meus filhos, porque não quero que eles pensem que é normal tomar essa quantidade de água.
A orientação dada é beber de seis a oito copos d´água por dia, pois o excesso pode ser muito ruim e, até mesmo, fatal, segundo o site Daily Mail.
Ela não está sozinha
Já houve casos de pessoas que morreram de intoxicação por água. Além disso, cresce o número de mulheres que são obcecadas por água, uma condição pouco conhecida e pesquisada que apresenta riscos à saúde.
Mulher viciada em água chega a beber 20 litros por dia
O outro caso é de Natasha Collins-Daniel, de 28 anos, que bebe até 5 litros d´água por dia. A mulher, que é casada com o designer gráfico, Daniel James, disse:
— Eu não costumava ser assim, mas quando comecei a trabalhar criei o hábito de tomar uma garrafa de água constantemente.
Segundo o professor de psicologia, Robert Brown, da Universidade de Glasgow, este desejo de beber tanta água não é tecnicamente um vício.
— Em alguns casos, é uma forma de transtorno obsessivo-compulsivo. Com essa obsessão, você faz coisas que lhe dão a sensação de alívio e, se não fizer, traz uma sensação de catástrofe.
O psicólogo explica que a melhor maneira de lidar com isso é solicitar a ajuda de um profissional, como um terapeuta cognitivo-comportamental.
A nutricionista Catherine Collins, diretora do hospital St. George, em Londres, alerta que beber água em excesso pode danificar o coração.
— Se você bebe muita água, pode expulsar as vitaminas solúveis em água, como a vitamina C e a B.
O urologista Marc Laniado acrescenta que as pessoas que sentem a necessidade de beber água constantemente devem ir ao médico para ver se apresentam alguma doença, como diabetes, por exemplo.
R7 e WSCOM.