sexta-feira, 24 de agosto de 2012

João Pessoa; Cícero tem 25,3%, Maranhão 24,9% e Cartaxo 14,2%

A primeira pesquisa Consult, após o registro de candidaturas, revela um empate técnico entre o senador Cícero Lucena (PSDB), candidato pela coligação ‘Por amor a João Pessoa sempre’ (PSDB, PSC, PT do B, PHS, PRTB, PSDC e PSL), com 25,3% das intenções de voto (pesquisa estimulada), e o ex-governador José Maranhão, na disputa pela coligação ‘João Pessoa mais feliz’ ((PMDB, PTB, PR, PMN, PPL e PTC), com 24,9%. A diferença entre os dois candidatos é de 0,4 ponto percentual.
 
Em terceiro lugar, com 14,2%, aparece o deputado estadual do PT, Luciano Cartaxo, que encabeça a coligação ‘Unidos por João Pessoa’ (PP, PPS e PRB). A quarta colocada na pesquisa Consult, realizada em parceria com o Sistema Correio de Comunicação, é Estelizabel Bezerra (PSB), candidata da coligação ‘Pra seguir em frente’ (PSB, Democratas, PC do B, PTN, PDT, PRP, PSD, PV e PCB), com 9%.
 
Lourdes Sarmento, que disputa pelo PCO, obteve apenas 0,2%. Já os candidatos Antônio Radical, do PSTU, e Renan Palmeira, do Psol, não pontuaram. Dos eleitores entrevistados, os indecisos (não sabem dizer) somam 15,4%, enquanto que 11% responderam que não votariam em nenhum dos citados na entrevista.
 
A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), sob o número 00045/2012, no dia 16 deste mês. A pesquisa de campo foi realizada nos dias 18 e 19 deste mês. A margem de erro é de 3 pontos percentuais com grau de confiabilidade de 95%. Ao todo, a Consult fez 1.000 entrevistas com eleitores de ambos os sexos, de todas as faixas etárias, níveis de escolaridade e rendimentos. João Pessoa é o maior colégio eleitoral do Estado, com 480.237 pessoas aptas a votarem no dia 7 de outubro.

EUA: Afeganistão como cobertura


Afeganistão como coberturaOs EUA procuram ativamente parceiros na Ásia Central. Washington claramente não pretende deixar o papel principal nessa região com a Rússia. Na opinião de especialistas em política internacional americanos a aposta é, nem mais nem menos, do que o acesso do Ocidente à Ásia Central.

O jornal Washington Times prevê um duelo geopolítico de Washington e Moscou pelo Tadjiquistão. Hoje este país, que tem fronteira com o Afeganistão, é sobretudo importante para os EUA. O contingente de Força Internacional de Assistência para Segurança chega ao Afeganistão pelo chamado caminho do norte – através do Uzbequistão, Quirguistão, Tadjiquistão e Turcomenistão. O congressista americano Dan Burton assinalou recentemente que os EUA podem instalar sua base no Tadjiquistão em troca das bases aéreas existentes no Quirguistão. Agora os EUA têm a possibilidade de encobrir-se com o Afeganistão e a necessidade de garantir a saída das tropas – contou à “Voz da Rússia” o diretor geral do Centro de Informação Política, Alexei Mukhin:
"Este interesse será formalizado exatamente assim. A presença de base militar dará aos EUA a possibilidade única de ter um ponto doloroso nessa região. Isto é orientado antes de mais nada contra a Rússia e a China, a posição das quais, sobre a questão síria, por exemplo, despertou insatisfação aguda em Washington."
Os EUA veem no espaço pós-soviético campo para manobra política. Aliás, as próprias repúblicas centro-asiáticas dão tal possibilidade. Os interesses dos EUA ali chocam-se com a posição da Rússia, que sempre ocupou um lugar especial na região, considerando-a campo de sua influência. E alguns países contam com a vantagem dessa rivalidade – diz Alexei Mukhin:
"O Tadjiquistão é uma região que depende de influência externa, e economicamente depende dos países que o cercam, inclusive da Rússia. Isto se formou historicamente. Em troca da soberania, na instalação de bases militares, ele irá exigir determinadas preferências. Quem der mais, quem prometer mais, receberá do Tadjiquistão maior atenção em seu território."
No ano passado o Tadjiquistão, Uzbequistão e Paquistão constituíram o programa da turnê centro-asiática da secretária de estado norte-americana Hillary Clinton. Sua visita foi precedida de viagem de altos diplomatas americanos a esses países. Vale lembrar que com o Uzbequistão, ultimamente, os EUA mantêm um diálogo sobretudo intenso. Tachkent até mesmo suspendeu sua participação na Organização do Tratado de Segurança Coletiva (OTSC).
Os meios de informação de massas russos escrevem sobre as negociações de Tachkent e Washington sobre a criação do Centro de Reação Operacional na república, que depois de 2014 se transformará em base militar dos EUA. E os equipamentos militares da OTAN, depois da retirada das tropas do Afeganistão, em sua maioria ficará justamente no Uzbequistão.
É evidente que os processos da atual integração euroasiática não se inserem nos planos dos EUA. Washington tem seu grande projeto geopolítico – diz o diretor do Centro de perícias geopolíticas, Valeri Korovin:
"Isto ocorre no âmbito da realização da estratégica geopolítica “Anaconda” aprovada pelos americanos há algumas décadas. Ela consiste em cercar a Eurásia com bases militares americanas para sufocar econômica e estrategicamente um grande espaço, no centro do qual está a Rússia. Esta é uma das fases de realização do projeto, para a conclusão do qual os EUA caminha há décadas."
A presença militar russa na região está representada pelas bases Kant no Quirguistão e a base 201ª no Tadjiquistão. E os planos dos EUA de afastar a Rússia dessa região não convêm evidentemente a Moscou.
Voz da Russia.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Mercenários, uma verdade que se materializa na agressão contra Síria

Militares sírios atacam cidade perto de Damasco; 60 morremHá vários meses, o presidente da Síria, Bashar Al-Assad, revelou que as forças de segurança locais capturaram vários mercenários estrangeiros que combatiam nas filas da oposição.
 Segundo informado naquele momento, este dado não foi publicado porque precisavam de provas suficientes para demonstrar que os detentos eram realmente soldados pagos ou mercenários.
Alguns deles estão vivos. Estão detidos e nos estamos preparando para mostrar ao mundo, assinalou em entrevista a uma televisora estrangeira.
Essa verdade esboçada pelo mandatário se materializa hoje e não é descartável que nos próximos dias franceses, turcos, ingleses, iemenitas, somalis, líbios, entre outros, apareçam em alguma denúncia que mostre sua ativa participação nas filas do chamado Exército Livre
Sírio durante a agressão.
Ainda que aparecem diariamente na imprensa local relatórios sobre homens estrangeiros como parte dos grupos armados, o tema se recrudeceu nas últimas semanas, o mercenarismo substituindo os exércitos invasores estrangeiros, para alguns analistas, o mesmo cão com diferente colar.
Al-Tal, perto de Damasco, contou que entre seus sequestradores, uns 700 irregA jornalista Yara Saleh, da televisora síria Al-Ikhbariya, sequestrada durante vários dias pelos grupos armados em ulares, reconheceu gente de "diferentes cidades e diferentes países".
Ouvi falar em líbio, de sauditas mas não consegui distinguir entre eles porque todos se pareciam, com uma barba sem bigode, disse em uma entrevista que publica a Rede Voltaire.
Não é só o depoimento desta repórter, outros muitos contribuem com elementos sobre a presença dos mercenários e já não se oculta, como se pode ver em entrevistas e declarações em meios árabes e ocidentais, onde esses capatazes da guerra falam de sua participação em uma suposta "Jihad" (guerra santa) neste país.
Segundo estudiosos e acadêmicos como o pesquisador e historiador estadunidense Webster G. Tarpley, terroristas da Al-Qaeda apoiam os "insurgentes" sírios desde o princípio e Washington os utiliza aqui, mesmo que sejam inimigos no Afeganistão e outros lugares.
Estados Unidos nega qualquer vínculo com a organização que serviu como rato de laboratório para carregar a culpa dos atentados de 11 de setembro de 2001 mas, aqui, é evidente que a utiliza para fomentar o mercenarismo.
A cumplicidade com estes grupos mercenários também é do presidente francês, François Hollande, e seu preCombatentes do Exército Sírio Livre e moradores tentam apagar fogo que afirmam ter sido causado por forças leais do presidente Bashar al-Assad, no subúrbio de Saqba, em Damascomiê, Jean-Marc Ayrault, que reconhece nesta quarta-feira que seu país proporciona apoio material ao opositor Exército Livre da SCombatentes do Exército Sírio Livre e moradores tentam apagar fogo que afirmam ter sido causado por forças leais do presidente Bashar al-Assad, no subúrbio de Saqba, em Damascoíria, ainda que não com armas.
Segundo algumas fontes, na Síria, entre os detentos há vários membros dos serviços secretos da França que
participavam em ações em campo, assim como um grande número de efetivos turcos.
As mentiras começam a sair à tona pouco a pouco e a participação de mercenários estrangeiros nesta crise só é parte do iceberg que esconde sob o mar a magnitude da campanha ocidental contra esta nação, estimam comentaristas políticos.
Amparados nessa "guerra interna que livram os sírios", e cujo componente principal são os mercenários, presença calculada por muitos entre 40 mil e 60 mil, o Ocidente pretende que Al-Assad abandone o poder.
Se a situação que vive a Síria hoje é dramática, uma enorme culpa recae sobre o chamado Exército Livre Sírio que desde um início permitiu em suas filas milhares de elementos islamistas radicais de outros países, como se definem dissimuladamente os mercenários, assinalam alguns meios.
Agora, não é pouca coisa que as autoridades de Damasco apresentem para a opinião pública mundial algo que já sabe há meses e que não foi denunciado pelas Nações Unidas, e que aqueles que estiverem acordados possam enxergar que o que lhe estavam vendendo há mais de 18 meses é em grande parte fabricado por uma grande campanha midiática contra este país.

mem/lb/cc/prensa latina

Em voto, revisor inocenta João Paulo Cunha de corrupção e peculato


O deputado João Paulo Cunha em reunião da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (Foto: Renato Araújo / Agência Brasil)O ministro Ricardo Lewandowski, revisor do processo do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta quinta-feira (23) pela absolvição de João Paulo Cunha dos crimes de corrupção passiva (receber vantagem indevida) e de uma das acusações de peculato (apropriar-se de bem público).Para Lewandowski, não há provas de que Cunha tenha usado a condição de presidente da Câmara dos Deputados para beneficiar a agência SMP&B, de Marcos Valério.Cunha presidiu a Câmara entre 2003 e 2005 – o escândalo do mensalão foi revelado em 2005. Atualmente, ele exerce o quinto mandato consecutivo de deputado federal pelo PT."A verdade processual, que é que surge dos autos, é que João Paulo Cunha recebeu numerário para custear pesquisas eleitorais de interesse de seu partido. Diante dessas provas robustas produzidas, não restou comprovada a prática de nenhum ato de João Paulo Cunha para dar tratamento privilegiado à SPMP&B. [...] Não ficou caracterizada, portanto, a prática do crime de corrupção passiva", disse Lewandowski.O revisor afirmou ainda que, em sua avaliação, não houve desvio de dinheiro público.G1

Síria: As armas químicas como último argumento


Síria armamentos químicos armas químicas Síria Barack Obama Mitt RomneyO presidente dos Estados Unidos advertiu que Damasco sofrerá “consequências enormes” não apenas em caso de utilizar armas químicas, mas também se for registrada uma“movimentação ameaçadora” destas armas.É evidente que as palavras de Obama não se destinam a Assad, salienta o politólogo Igor Khokhlov:

“Obama trabalha em regime de corrida pré-eleitoral, tendo como tarefa principal ser reeleito. As suas declarações agressivas são dirigidas principalmente não tanto a Damasco, quanto ao eleitorado, impressionado com a dureza de seu concorrente, Mitt Romney”.
Segundo os serviços secretos dos EUA, as armas químicas e biológicas sírias estão armazenadas em seis arsenais e próximo de três deles decorrem combates intensos. Substâncias tóxicas como o sarín, VX, gás mostarda e bacilos de antraz maligno são mantidas em reservatórios subterrâneos. Não se pode excluir que agrupamentos extremistas se apoderem destas substâncias perigosas. Caso isso aconteça, estas armas podem posteriormente vir a ser onde quer que seja – no Cáucaso do Norte, na Europa ou nos Estados Unidos, escreve Igor Khokhlov.
Já na opinião de Igor Korotchenko, “este é um cenário mítico, inventado pelos EUA para justificar uma intervenção armada. A meu ver, as armas químicas são controladas pelo governo da Síria, que não admitirá suas movimentações descontroladas”.
No pano de fundo da escalada do conflito sírio, em meios de comunicação social ocidentais apareceram afirmações de que a Rússia, antigo parceiro de Damasco, teria fornecido em tempos à Síria não apenas armas convencionais, mas também químicas. Moscou desmente estas declarações. Fala o chefe adjunto do Departamento Federal para Armazenamento Seguro e Destruição de Armas Químicas, coronel Vladimir Mandych:
“A Síria tem armas químicas de produção russa porque estas não foram levadas para fora do território da Rússia”.
Entretanto, a Turquia e Israel efetuam manobras, preparando-se para repelir um eventual ataque químico. Cresce também a tensão nas relações entre Damasco e Ancara. Ao saber que a Turquia forneceu mísseis terra-ar americanos Stinger aos rebeldes sírios, as autoridades da Síria prometem em resposta entregar semelhantes mísseis aos separatistas curdos, se for fornecido mais um lote de Stingers. Ancara adverte que começará uma guerra. Peritos ocidentais sustentam que, se Bashar Assad for afastado do poder, de uma forma ou de outra, será necessário, no pior cenário, introduzir na Síria até 60 mil militares, para guardar os arsenais.
Nesta situação, muito depende do bom senso das partes, inclusive da disposição de Damasco de recorrer a armas químicas como ao último argumento. Em tempos, a Síria assinou, sem ratificar, a Convenção sobre a Proibição de Armas Biológicas, mas, em conjunto com Angola, Coreia do Norte, Somália e Egito, não aderiu a um documento análogo sobre a proibição de armas químicas e, formalmente, nada a impede de usá-las.
Voz da Rússia.

Erupção de vulcão obriga retirada de famílias no Equador

O vulcão Tungurahua (BBC)
O vulcão Tungurahua, do Equador, vem expelindo lava e rocha derretida, obrigando cento e dez famílias que vivem nas imediações a deixarem a região.
A erupção, classificada como sendo de moderada a forte, gerou uma nuvem de cinzas e vapor de até quatro quilômetros.Uma série de vilarejos estão sendo atingidos pelas cinzas expelidas pela vulcão.Centenas de famílias já tiveram de abandonar os seus lares em decorrência da ação do vulcão.O Tungurahua, situado 84 quilômetros ao sudeste da capital do país, Quito, tem 5.023 metros de altura.
BBC Brasil.

Picada de mosquito deixa moradora da Rocinha com perna gigante


Uma picada de mosquito deixou a dona de casa Sulamita Barreto da Silva, moradora da Rocinha, na zona sul do Rio, com uma perna gigante. O membro tem 20 kg. Ela desenvolveu uma doença linfática e, por isso, sofre com dores e dificuldade para se locomover.O problema já se arrasta há 13 anos e a perna da dona de casa aumenta a cada dia. A doença impede que Sulamita tenha uma vida normal e ela se ressente de não poder cuidar dos filhos.— Toda mãe sonha com uma vida normal. Em ter seus filhos e poder cuidar deles. Isso me afeta. Eu não posso cuidar deles direito. Era só isso que eu queria: uma solução pra eu ter uma vida normal como mãe e como dona de casa.Sulamita toma muitos remédios para controlar infecções, inflamações e para evitar as dores. É no marido, Marcos Rodrigues Martins, e nos filhos que ela encontra forças para tentar superar a doença.Agora Sulamita quer iniciar um tratamento específico para o seu problema, já que na Clínica da Família na qual se trata, a dona de casa só encontra paliativos.
 WSCOM.