domingo, 16 de dezembro de 2012

Prefeito eleito de Solânea vai contratar equipe de auditores para fazer levantamento da real situação da prefeitura


Praça 26 de novembro em SolâneaO prefeito eleito de Solânea, Beto do Brasil (PPS), não conseguiu resposta da atual equipe da gestão de Dr. Chiquinho (PMDB) para a realização do processo de transição. Com as portas da prefeitura fechadas para a mudança, o novo gestor não encontrou outra saída e vai ter que contratar uma equipe de auditores para fazer o levantamento sobre todas as informações necessárias para um novo mandato.
“Como forma de nos precaver vamos ter que contratar uma auditoria antes mesmo de iniciarmos os trabalhos na minha gestão. Chegamos a entrar em contato com o Tribunal de Contas que nos orientou a tomar essa providência”, revelou Beto.
A falta de transição traz grandes problemas para a nova gestão, segundo Beto do Brasil. “Até agora nós não temos nenhuma informação da real situação da prefeitura de Solânea. Inclusive, já enviamos ofício à prefeitura, tentamos contato de todas as formas possíveis, mas infelizmente não obtive nada e isso. Por isso a auditoria, para evitar que os problemas deixados nos prejudiquem”, finalizou.
Focando a Notícia

Rússia e Brasil desenvolvem-se relações ativamente


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A Rússia e o Brasil – parceiros estratégicos na ONU, BRICS e G20 – são unidos por conceções comuns para a solução de problemas chave – declarou o presidente russo Vladimir Putin fazendo um balanço das conversações com a presidente do Brasil, Dilma Rousseff.

Moscou recebeu a visitante brasileira com o verdadeiro frio russo. A senhora presidenta teve o encontro com Vladimir Putin no dia de seu aniversário. Ao iniciar o encontro, Vladimir Putin cumprimentou-a com um buquê de flores.
Um dos principais temas das conversações dos dois líderes foram as questões do volume de comércio. Segundo o líder russo, nossos países hoje têm todas as possibilidades de variar a interação na esfera do comércio. Ajudará a fortalecer esta cooperação o uso mútuo das divisas - salientou Vladimir Pútin.
"Uma das tarefas mais importantes é a ativação da interação de investimentos, o uso amplo de moedas nacionais (rublo e real) nas contas bilaterais. Isto dá aos contatos econômicos dos dois países maior estabilidade em relação às variações da economia mundial. Permite estabelecer ligações tecnológicas sólidas entre nossas empresas".
Mais um ponto do trabalho conjunto é a cooperação na área de investimentos. Como Dilma Rouseff assinalou, a Rússia e o Brasil hoje têm chances de trabalhar ainda mais ativamente na esfera de investimentos na indústria, infra-estrutura, energia e esfera da defesa. Investimentos russos diretos na economia do Brasil por enquanto são de cerca de 29 milhões de dólares, os brasileiros na Rússia são seis vezes menores.
Ao mesmo tempo, já hoje se desenvolvem ativamente projetos promissores. No Brasil trabalham as companhias metalúrgicas russasMetchel e Severestal, helicópteros russos realizam trabalhos de prospecção geológica na bacia do Amazonas. Vale a pena assinalar em especial os projetos na esfera da extração e fornecimento de carbonetos, em que participam a companhia petrolífera TNK-BP e a de gás NOVATEK. Na Rússia introduzem gradualmente tecnologias brasileiras: a produção conjunta de ônibus pelo gigante automobilístico russo KAMAZ e a companhia brasileira Marcopolo.
Durante a palestra, os presidentes trataram de questões da cooperação no campo das inovações. Justamente aqui agora desenvolvem-se projetos muito significativos não apenas para os dois países, mas também para o mundo inteiro: a companhia russaBIOKAD criou na primavera no Brasil uma empresa para produzir substâncias eficazes no tratamento do câncer, programistas russos da companhia Webseifer fecharam contrato para fornecer ao Brasil programas de defesa contra fraudes na Internet.
Um tema a parte foi o esporte. Nos próximos 6 anos, os países serão centro de grandes competições - lembrou o presidente russo:
A Rússia e o Brasil sediarão grandes eventos esportivos - os jogos Olímpicos (Sotchi, 2014 e Rio de Janeiro - 2016) e campeonatos mundiais de futebol (Brasil 2014 e Rússia 2018. Nós combinamos estabelecer a cooperação mais estreita, inclusive a troca de experiências, a preparação de especialistas, a garantia de segurança e logística.

sábado, 15 de dezembro de 2012

Doença genética rara deixa gêmeas com ossos de vidro


 As gêmeas Amy e Ava Cowan, de cinco meses, nasceram com osteogenesis Imperfecta — doença genética que tem como principal característica a fragilidade dos ossos. Essa condição também é conhecida como “ossos de vidro”.
Em entrevista ao jornal Daily Mail, a mãe das meninas Charmaine, de 29 anos, disse: “Em uma das primeiras radiografias, os médicos disseram que elas tinham 12 ossos quebrados. Eu simplesmente não acreditei”. A doença das gêmeas pode resultar em centenas de fraturas ao longo da vida, por isso os pais Charmaine e John precisam ter cuidado redobrado com as pequenas Amy e Ava. Segundo eles, por muito pouco seus ossos quebram.
Charmaine descobriu que suas filhas nasceriam com problemas de saúde quando tinha 23 semanas de gravidez. Os médicos a aconselharam a fazer um aborto, mas ela se recusou. “Era impossível planejar o funeral das minhas meninas”.
No dia 25 de junho de 2012, Charmaine foi obrigada a fazer uma cesariana de emergência. Com apenas 11 dias de vida, o diagnóstico de osteogenesis imperfecta foi confirmado. “Elas não paravam de chorar”, lembra a mãe.
“Um dia estava no banho com Ava quando senti que ela ficou mole. Fiquei desesperada e gritei imediatamente para o meu marido. Ela havia quebrado o braço. Pouco depois, a irmã Amy quebrou a perna por se contorcer no berço”, conta a mãe.
Por não saber lidar com a situação, Charmaine e seu marido foram orientados a procurar um terapeuta ocupacional. O profissional explicou como eles deveriam cuidar das gêmeas Amy e Ava.
O casal ainda tem outros três filhos: Sophia, de 4 anos, Kaelan, de 2 anos, e Airan, de 1 ano. Mesmo com todas as dificuldades que a família vai enfrentar pela frente, Charmaine garante: “Eu me preocupo com o que o futuro nos reserva, mas nunca vou me arrepender de ter negado o aborto”.
WSCOM Online

Alunos são filmados fazendo sexo em sala de aula de colégio


Dois alunos foram filmados fazendo sexo em uma sala de aula do Colégio Brasileiro Pedro Silvestre, localizado no Centro de Manaus. O vídeo foi publicado na internet e teve mais de 300 visualizações.
Nas imagens, a aluna aparece sentada no colo do estudante, ambos fardados, em frente à lousa da sala de aula. Eles faziam sexo próximo à porta. A filmagem tem duração de pouco mais de um minuto.
De acordo com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), a diretoria da escola teve conhecimento da gravação na quarta-feira (13), antes da publicação na internet, e realizou reunião com os pais e alunos envolvidos.

Segundo a Seduc, os responsáveis pelo casal foram informados que os alunos infringiram as regras da escola e poderiam ser punidos, mas os pais pediram que o caso fosse resolvido no âmbito da família. A aluna era do 9º ano e os pais decidiram que ela será matriculada em outra escola para evitar bullying. Já o jovem frequentava o 3º ano do Ensino Médio e se formou.
O aluno que filmou o casal também foi identificado. Os estudantes contaram que ele ficou na porta para evitar que alguém entrasse na sala e atrapalhasse o ato. O jovem também era do 3º ano e já foi aprovado.
A diretoria da escola acredita que o caso tenha acontecido na terça-feira (12). Para eles, os alunos se aproveitaram da baixa frequência de estudantes na unidade, devido ao período de recuperação, para realizar o ato. Segundo a diretoria, esta é a primeira vez que um caso do tipo acontece no Colégio Brasileiro.
A Seduc informou ainda que os pais dos alunos e a diretoria da escola decidiram não denunciar o caso à polícia. No entanto, como a estudante é menor de idade, a divulgação das imagens infringe o Estatuto da Criança e do Adolescente, que prevê pena de quatro a oito anos de reclusão para quem "produzir, reproduzir, dirigir, fotografar, filmar ou registrar, por qualquer meio, cena de sexo explícito ou pornográfica, envolvendo criança ou adolescente".
WSCOM Online

Atirador abre fogo em escola primária nos EUA e mata pelo menos 26 pessoas


A tragédia em Newton é uma das piores da história dos Estados Unidos
Um tiroteio em uma escola primária em Connecticut, nos Estados Unidos teria deixado pelo menos 26 mortos nesta sexta-feira pela manhã, entre elas 20 crianças e seis adultos. De acordo com a polícia, o atirador, Ryan Lanza, morreu no local. Segundo a i
mprensa americana, o autor do tiroteio seria um jovem de 24 anos, e também matou seus pais na tragédia. O presidente Barack Obama prometeu "ações significativas" para evitar uma nova tragédia.

O tiroteio aconteceu nesta sexta-feira pela manhã na escola Sandy Hook, na cidade de Newtown, uma cidade de 27 mil habitantes situada a cerca de 128 quilômetros de Nova York. Cerca de 600 crianças entre 5 e 12 anos estudam no local. De acordo com a rede CBS News, Ryan Lanza, 24 anos, tinha duas armas e um colete à prova de balas. Ainda não se sabe se ele estava acompanhado, mas um homem teria sido detido nas proximidades da escola. Lanza também teria matado seus pais, segundo a imprensa americana. Ele teria executado seu pai em casa, antes de pegar o carro até a escola onde trabalhava sua mãe e matá-la.
Segundo o jornal local The Newtown Bee, o atirador, que usava uma máscara, entrou na escola repentinamente. Assustados, crianças e professores fugiram para a biblioteca. Segundo depoimentos de pais e funcionários, mais de cem tiros foram ouvidos no estabelecimento.  O jornal também publicou uma foto que mostram as crianças, chorando, em fila indiana durante a operação policial para evacuar o local. Pelo  menos três feridos foram levados para o hospital de Danbury, a 20 quilômetros da escola. Segundo a mãe de um dos alunos, diversas crianças deixaram a escola com o rosto coberto de sangue. De acordo com a polícia, 18 crianças morreram no ataque e 2 no hospital, além de seis anos. O atirador teria se suicidado.
Por medidas de precaução, todas as escolas das redondezas foram fechadas. O presidente americano Barack Obama fez um pronunciamento agora há pouco, e disse estar com o '"coração partido." Emocionado, Obama prometeu "ações significativas" para evitar que uma nova tragédia ocorra. O tiroteio é um dos mais graves já ocorridos em uma escola americana, e relança o debate sobre o porte de armas nos Estados Unidos. Em Columbine, em 1999, dois adolescentes abriram fogo em um colégio matando 12 alunos e um professor. Em abril de 2007, um estudante de 23 anos matou 32 pessoas antes de se suicidar no campus de Virginia Tech.
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O que impede o mundo de começar uma guerra mundial?


armamentos, guerra, guerra fria, segurança nuclear, Sistema de defesa antimísseis (DAM)

A dissuasão nuclear não pode servir da garantia absoluta contra novas guerras, salvaguardando a paz e prevenindo a guerra entre as grandes potências. Qual será o papel do fator nuclear na história contemporânea?

A impossibilidade de rechaçar um eventual golpe nuclear, por um lado, e a sua enorme força destruidora, por outro, fazem das armas nucleares um meio incontestável, cuja eficácia, contudo, pode ser posta em causa.
Um fator-chave da dissuasão nuclear não passa pela existência de uma carga superpotente mas antes pelo simples fato de um país ser possuidor de armas atômicas. A diferença entre uma bomba atômica levada por um bombardeiro e uma ogiva nuclear de um míssil balístico é simples: um ataque maciço de bombardeiros pode ser repelido, ao contrário de um golpe de mísseis balísticos intercontinentais.
O ceticismo nuclear se resume, no essencial, a dois postulados. O primeiro se refere à história da Segunda Guerra Mundial, quando os arsenais de armas químicas não desempenharam, em última análise, um papel de fator de dissuasão. O segundo postulado assenta no facto de a potência da carga nuclear não ter grande importância: a Humanidade aprendeu a demolir cidades sem o emprego da bomba atômica, mas isso não a salvou de guerras destruidoras.
Todavia, ambos os postulados baseiam-se em princípios errados. A arma nuclear tem a referência formal aos arsenais de armas químicas, que são igualmente classificadas como meios de extermínio em massa. A maior diferença passa pela capacidade de destruição e o período de ação. Durante os preparativos para a guerra química era muito duvidoso um efeito provável do emprego destas armas que, ainda por cima, pudesse causar uma resistência ainda maior da parte do adversário.
Entretanto, o principal fator destruidor da explosão nuclear não é a radiação e a consequente contaminação do terreno. As novas gerações de armas atômicas se destacam pela "pureza" cada vez maior. A maior parte das destruições causadas pela explosão nuclear é provocada pela onda de choque. Os cálculos relativos ao equivalente em TNT não adiantam quase nada - os enormes danos infligidos a Dresden e a Tóquio deveram-se ao emprego de uma quantidade de munições relativamente pequena - 2 000 toneladas. Mas o número de vitimas era equiparável às perdas humanas na sequência de bombardeamentos das cidade nipônicas de Hiroshima e Nagasaki. Todavia, as primeiras munições nucleares, com a potência de quase 15 Kt, nem sequer podem ser comparadas ao atual arsenal em posse das superpotências, baseado em blocos de combate com a potência igual a centenas de Kt.
Falando das consequências do emprego de armas atômicas, convém ter em conta o seu caráter súbito e inesperado. Os intervalos entre as incursões aéreas durante a Segunda Guerra Mundial deixavam margens de manobra, permitindo compensar em parte os prejuízos sofridos. Mas um golpe súbito com o emprego de centenas de munições atômicas potentes, cada uma das quais supera em dezenas de vezes os resultados dos maiores raides aéreos da Segunda Guerra Mundial, terá um enorme efeito demolidor, impossível de compensar.
No período de "guerra fria" supunha-se que para infligir derrota militar à URSS e causar a sua desintegração fossem necessárias 300 cargas de primeira geração, com a potência de 10 a 30 Kt. No entanto, o número insuficiente de tais munições tornava primeiro impossível tal golpe, enquanto as potencialidades dos caças soviéticos demonstradas na Coréia, acabaram por persuadir os EUA de ser extremamente baixa a probabilidade de atingirem êxitos por meio de bombardeiros convencionais.
A entrada em serviço dos primeiros mísseis nucleares nos EUA coincidiu com a invenção de tais armamentos na URSS. A crise caribenha (também conhecida como a crise dos mísseis de Cuba) veio gerar uma nova realidade. O Presidente Kennedy estava ciente de que os EUA poderiam aniquilar a União Soviética. Mas até um golpe de retaliação soviético menos potente poderia igualmente liquidar dezenas de milhões dos cidadãos norte-americanos. A impossibilidade de alcançar vitória na guerra nuclear, compreendida muito bem naquela altura, passou a constituir a base para a coexistência pacífica entre a URSS e os EUA.
Tal situação se mantém até hoje. Por mais avançado que seja o país, tanto maior será prejuízo resultante de um ataque nuclear. A compreensão da eficácia da dissuasão nuclear serve de melhor garantia da paz entre as superpotências que, contudo, desejam aperfeiçoar os meios de proteção disponíveis. O maior perigo decorrente da DAM não consiste em este ter chances reais de interceptar os mísseis, mas, antes de mais, no efeito psicológico. A sobrestima das suas potencialidades levou por diversas vezes à tomada de medidas aventureiras, susceptíveis a conseqüências nefastas, em que os culpados não serão julgados na ausência de árbitros.
A potência das armas atômicas e conseqüências do seu uso seriam, talvez, um argumento mais sólido a favor da renúncia à dissuasão nuclear, sobretudo, sob o pano de fundo de numerosas guerras locais. No entanto, o fator nuclear continua a dominar as mentalidades. Resta esperar que, num belo dia, a Humanidade invente um modo de preservar a paz universal muito mais eficiente do que a iminente ameaça de autodestruição.

Regime sírio prepara ataque contra área próxima a Damasco


Habitantes da cidade síria de Daraya participam de sepultamento de civis mortos pelas forças de Bashar Al-Assad.
As tropas do regime do presidente sírio Bashar al-Assad enfrentavam neste sábado os rebeldes nos bairros do sul de Damasco e concentravam reforços para atacar a localidade de Daraya, cercada há um mês.
O Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), ONG que tem uma grande rede de ativistas e de médicos como informantes, destacou combates no campo de refugiados palestinos de Yarmuk, ao sul de Damasco, onde os rebeldes enfrentam soldados e combatentes palestinos pró-regime.
Duas bombas explodiram à noite no bairro de Qadam (sul) e vários foguetes foram disparados contra Yarmuk e Barzeh (norte), segundo o OSDH.
Ao sudoeste da capital, onde os insurgentes lutam para entrar na capital e o regime tenta conservar um raio de oito quilômetros, o OSDH afirma que o exército enviou reforços, concretamente a Daraya.
Combatentes em Daraya afirmaram que as forças de Assad tentaram entrar na cidade.
Daraya está isolada do mundo há 37 dias, sem energia elétrica ou equipamentos de comunicação, segundo os ativistas, que denunciam ainda a falta de combustível
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