sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Campina Grande: Romero Rodrigues lidera pesquisa


O Jornal Correio da Paraíba divulga na edição desta sexta-feira, 31, a primeira pesquisa uma semana após o início do guia eleitoral de intenções de voto em Campina Grande. A pesquisa foi feita pelo Instituto Consult - contratado pelo sistema Correio de Comunicação que aponta na liderança o deputado federal Romero Rodrigues (PSDB) coligação Por amor a Campina.
Pelos números da Consult, Romero já conta com 36,46% da disposição do eleitorado a seu favor. Em segundo lugar está a candidata do PMDB, Tatiana Medeiros com 20,77 %,, da coligação Pra campina Seguir em Frente, seguida de Daniella Ribeiro (PP), da Coligação Pra Campina Crescer em Paz, com 18%.
Na primeira pesquisa publicada pela empresa contratada pelo Sistema Correio, em 31 de março deste ano, o candidato tucano era o segundo na disputa, com 24,92% das intenções de votos. Naquele momento, a líder na pré-campanha era Daniella Ribeiro, com 27,69% e Tatiana Medeiros só registrava 11,69%.
Na segunda consulta da empresa de Recife, divulgada no último dia 17, portanto após a homologação das candidaturas pelas respectivas convenções, o quadro já virou em favor do tucano: ele assumiu a ponta da corrida eleitoral, com 30,62%, passando a contemplar a cristalização de um empate técnico entre as duas principais concorrentes - Daniella Ribeiro (20,15%) e Tatiana Medeiros (18,92%).
Ainda segundo a pesquisa da Consult/Correio desta sexta, no terceiro pelotão, vêm os outros candidatos a prefeito: Guilherme Almeida (PSC), da Coligação Campina Ideal, pontua 2,32% das intenções de votos em Campina Grande, enquanto Artur Bolinha (PTB) registra 1,08, seguido de Alexandre Almeida (PT), que emplaca apenas 0,62% e, finalmente, tem como último colocado Sizenando Leal, com 0,15%.
Da Redação (com Assessoria)
WSCOM Online

Bin Laden teria morrido antes do que foi dito oficialmente


Osama bin Laden Al-QaedaA versão do assassinato do “terrorista número um” apresentada pelo Pentágono está se desmoronando sob os depoimentos das testemunhas.

A mídia ocidental publica fragmentos do livro, escrito por um dos participantes da operação de assalto a Osama Bin Laden. O autor afirma que o cabeça da Al-Qaeda suicidou-se com um tiro ou foi morto por um atirador de elite ainda antes do momento em que a unidade dos “leões marinhos” americanos invadiram a sua casa.
O autor deste livro sensacional participou pessoalmente daquele ataque memorável em maio de 2011, na cidade paquistanesa de Abbotabad. O livro intitulado Um dia nada simples devia ser posto à venda a 11 de setembro, - aniversário dos atentados terroristas. Mas devido à reação tempestuosa da mídia, decidiu-se lançar o livro com antecedência de uma semana.
O autor, indicado na capa, seria um certo Mark Owen. Mas o canal de televisão Fox News já conseguiu desvendar a personalidade do autor: é o veterano da unidade dos “Leões Marinhos” Matt Bisonett, de 36 anos, cavalheiro da Medalha de Bronze e da ordem de “Coração de Púrpura”. Para não ficar para trás dos concorrentes, outras edições, em particular, o Business Insider, descobriram e publicaram a fotografia deste herói. Portanto o seu retrato com a legenda “O assassino do mártir sheikh Osama Bin Laden” já embeleza o site daAl-Qaeda.
O autor do futuro sucesso de venda expõe da seguinte maneira a sua história. Quando a tropa dos “leões marinhos” já estava dentro da residência de bin Laden e subia pela escada para o segundo andar, um dos soldados viu o líder dos terroristas aparecer por um instante na porta de um dormitório escuro. Ele desapareceu imediatamente dentro do quarto. Um instante depois ouviram-se tiros. Quando a tropa invadiu o dormitório, bin Laden já era um artigo de morte. Duas mulheres soluçavam sobre o seu corpo, o lado da cabeça do homem estava ensangüentado, o terrorista contorcia-se em convulsões mortais. “Owen – Bissonett e mais um comando textualmente crivaram-no de balas. A seguir revistaram o dormitório e encontraram duas armas de fogo – a submetralhadora AK – 47 e a pistola Makarov, ambas com pentes vazios. Fazemos lembrar que de acordo com a versão oficial, bin Laden estava armado e não pretendia render-se. O autor desmente também a declaração dos círculos oficiais de Washington de que o inimigo abatido fosse tratado com todo o respeito. “Owen” afirma no seu livro que um dos participantes da operação sentou-se no corpo de bin Laden, carregado no helicóptero.
É preciso levar em consideração que a liquidação do “terrorista número um” é um dos poucos “ativos pré-eleitorais” de Barack Obama, salvo a “vitória” sobre o líder líbio Muamar Kadhafi, pois sob o ponto de vista do bom senso esta última dificilmente pode ser qualificada como um ativo. Aliás, a própria operação de assalto ao abrigo de bin Laden tem um aspecto um tanto esquisito.
Fazemos lembrar que a versão oficial foi criticada bem desde o momento do seu surgimento. Nas entrevistas anônimas os participantes da operação chamavam à crônica de eventos, publicada pelas autoridades, somente de “um bangue-bangue de mau gosto”. Naquela mesma ocasião o almirante William McRaven, chefe do comando de operações especiais das forças armadas americanas, advertiu que qualquer pessoa que revelasse informações secretas, teria que enfrentar repressões a ponto de ser submetida à perseguição penal e condenada à prisão. No entanto, o livro saiu e, a julgar por tudo, o autor não fez grandes esforços para ocultar o seu verdadeiro nome. O veterano do serviço russo de Inteligência Externa Lev Korolkov reputa que isso faz lembrar mais de tudo “um lance pré-eleitoral”.
"Quanto mais próximo fica o mês de novembro, tanto maior será o número de semelhantes lances. É o desenrolar natural da luta política em que todos os meios são bons. Agora trava-se a luta pelo posto de presidente e, como é natural, ambas as partes procuram lançar o máximo de materiais comprometedores um contra outro. Quanto a bin Laden, este virou de há muito uma espécie de bandeira que as partes arrancam uma a outra."
Por enquanto, a imprensa veicula intensamente os fatos da biografia do valoroso combatente do comando de operações especiais, que ousara lançar desafio a Obama. Afirma-se, por exemplo, que Bisonnett tinha participado das operações contra os piratas somalis e fez parte da operação de libertação em 2009 do capitão do porta-contêiner Maersk Alabama. Mas o mais importante é que Bisonnett não faz segredo de que está descontente com o presidente Barack Obama.

Angola vai às urnas em meio a tensões e sob olhares do Brasil

Cabos eleitorais do MPLA de Angola (foto: Reuters)
Epicentro dos interesses brasileiros na África, Angola terá nesta sexta-feira as primeiras eleições presidenciais desde o fim da guerra civil, em 2002, em meio a crescentes tensões e a tentativas da oposição de adiar o pleito.
Favorito na disputa, o presidente José Eduardo dos Santos, no poder desde 1979, tentará se eleger a um novo mandato de cinco anos. Seu partido, o MPLA (Movimento Popular para a Libertação de Angola), controla o governo desde a independência do país, em 1975. Dos Santos reservou parte da agenda dos últimos dias para inaugurar obras pela capital angolana, Luanda, que concentra um quarto dos cerca de 20 milhões de habitantes do país. Nesta terça-feira, o novo parque na baía da cidade, um dos principais cartões postais do país, foi reaberto após quatro anos em obras.
A eleição angolana, a terceira na história do país, oporá nove partidos, que montaram listas fechadas de candidatos. O primeiro da lista do partido mais votado se tornará presidente, e a proporção dos votos determinará a composição da Assembleia Nacional.

Primeira eleição e guerra civil

Cabeça de lista do MPLA, Dos Santos terá a chance de ser eleito pela primeira vez, já que no único pleito presidencial prévio, em 1992, a disputa foi suspensa antes da conclusão.
A CNE, no entanto, rejeitou o pedido e afirmou que as queixas de Samakuva eram "infundadas".Mas o principal partido da oposição, a Unita (União Nacional para a Independência Total de Angola), acusa o MPLA de planejar fraudar as eleições. O presidente da sigla, Isaías Samakuva, pediu que a votação seja adiada até que a Comissão Nacional Eleitoral (CNE) garanta a lisura da votação.
"Se acharem que não é necessário (adiar as eleições), então não podemos ser responsabilizados pelo que vier a acontecer", afirmou Samakuva, evocando lembranças da violência vivida por Angola nas últimas décadas.
Entre 1975 e 2002, a Unita e o MPLA protagonizaram uma guerra civil que, estima-se, deixou 500 mil mortos. Em 1992, os dois grupos dispuraram a primeira eleição presidencial da história angolana. José Eduardo dos Santos e Jonas Savimbi, então líder da Unita, foram ao segundo turno, mas a retomada da guerra às vésperas da votação interrompeu o processo eleitoral.
Com a morte de Savimbi em 2002, as duas siglas assinaram um acordo de paz e, em 2008, concorreram às eleições legislativas. Com intensa campanha pró-governo pelos órgãos de comunicação estatais, o MPLA obteve 82% dos votos. Já a Unita recebeu 10% e tentou anular o resultado, alegando fraude, mas acabou por reconhecer a vitória do partido do governo. A eleição em Angola é acompanhada com interesse pelo governo brasileiro, que tem no país africano, segundo maior produtor de petróleo do continente, um dos seus maiores destinos de investimentos externos.
Desde 2006, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ofereceu a Angola US$ 3,2 bilhões (R$ 6,4 bilhões) em empréstimos para financiar obras ou serviços de empresas brasileiras no país africano.

BBC Brasil

SP: Bilhete Único Mensal vira 'personagem' da semana na disputa eleitoral


Bilhete Único Mensal vira 'personagem' da semana na disputa eleitoral No último dia 24, o candidato tucano à prefeitura paulistana, José Serra, comentou a proposta do candidato petista, Fernando Haddad, de criar o Bilhete Único Mensal, com uma analogia: "Tem um candidato prometendo um bilhete de transporte mensal, o bilhete mensaleiro. Mas assim fica mais caro e não vale nem para o trem nem para o metrô".
A fala de Serra e seus desdobramentos se transformaram num dos principais, senão o principal, tema da disputa eleitoral  esta semana. A campanha de Haddad propõe que o Bilhete Único Mensal “conviva” com o que vigora atualmente, válido por três horas. Os usuários que optarem pelo cartão de prazo mais longo desembolsariam cerca de R$ 140 por mês e estima-se que o município precisaria investir R$ 400 milhões anualmente. Além de fazer a associação com o “mensalão”, a campanha de José Serra disse que a proposta petista era uma espécie de "taxa do ônibus", tentando angariar dividendos eleitorais sobre o principal motivo de descontentamento deixado pela gestão de Marta Suplicy.
Esta semana, o líder das pesquisas, Celso Russomanno (PRB), encampou a ideia de Haddad e propôs a criação de um bilhete válido por 24 horas. 
O candidato do PT comentou os dois posicionamentos. Em coletiva concedida na tarde de ontem (29), na qual falou de vários assuntos, respondeu ao ataque de Serra contra sua proposta. Ele ironizou dizendo achar estranho que o tucano combata uma proposta que vigora em várias cidades importantes do mundo, como Madri. “Se eles estão falando isso, não posso considerar que é por ignorância, porque eles vivem se regozijando de conhecer as cidades do mundo, e em qualquer lugar do mundo o bilhete de três horas convive com o bilhete semanal e o mensal”, afirmou Haddad. O candidato disse também considerar o desdém serrista pelo bilhete mensal como “uma forma de subestimar a capacidade do eleitor compreender”.
Haddad disse ainda que o Bilhete Único mensal vai ser benéfico particularmente às mulheres, já que, segundo ele, como elas têm duas ou três jornadas por dia (“a jornada de trabalho, a de casa e às vezes do estudo”), com o cartão mensal elas vão poder se deslocar quantas vezes precisarem “sem custos adicionais”.
Na semana passada, Haddad havia comentado a proposta de Russomanno de criar um cartão válido por 24 horas, também com uma dose de ironia, e aproveitando para capitalizar alguns dividendos político-eleitorais. “Quando um adversário que não tem propostas de governo incorpora as de outra candidatura, é bom para a cidade. Quer dizer que ela vai evoluir”, disse.
 Rede Brasil Atual

Ibope: Haddad continua subindo e já divide segunda posição com Serra


Ibope: Haddad continua subindo e já divide segunda posição com Serra Pesquisa Ibope divulgada hoje (31) pelo jornal O Estado de S.Paulo mostra o petista Fernando Haddad tecnicamente empatado em segundo lugar com o tucano José Serra. O levantamento mostra o candidato Celso Russomano (PRB) na liderança da disputa pela prefeitura de São Paulo, com 31% de intenções de voto. Ele subiu cinco pontos em relação à última pesquisa do instituto, feita 15 de agosto.
Já Fernando Haddad subiu sete pontos, de 9% para 16%; enquanto Serra caiu seis pontos, de 26% para 20%. A margem de erro é de três pontos para mais ou para menos, daí o cenário de empate técnico.
Desde o início do horário eleitoral, o petista vem subindo nas pesquisas diárias de aferição e agora também nos levantamentos mais amplos. Isso se dá, segundo analistas, devido ao aumento de sua identificação com o ex-presidente Lula (seu principal apoiador) e com o próprio PT, partido que tem a preferência de 25% dos eleitores na cidade.
Russomanno já havia chegado ao patamar de 31% na véspera do horário eleitoral, segundo pesquisa Datafolha de 20 de agosto, e estabilizou nesse nível.
Em um eventual segundo turno entre Russomanno e Serra, o primeiro venceria por 51% a 27%. O Ibope não simulou cenários de segundo turno com Haddad. Na pesquisa espontânea, aquela em que os entrevistados manifestam sua intenção de voto antes de ler os nomes dos candidatos, Russomanno tem 24%, Serra, 16%, e Haddad, 12%.
O candidato do PSDB é o líder no quesito rejeição - 34% dos entrevistados afirmaram que não votariam nele de jeito nenhum. Russomanno tem 8% e Haddad, 13%.
O Ibope também avaliou a opinião dos eleitores sobre as administrações da presidente Dilma, do governador Alckmin e do prefeito Kassab. A gestão do prefeito foi considerada ruim ou péssima por 48% e boa ou ótima por 17%. No caso do governo estadual, a avaliação positiva (soma de ótimo e bom) foi de 40%, e a negativa, de 17%. Dilma, por sua vez, foi avaliada positivamente por 53% e negativamente por 12%.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Militantes deixam projeto do PSB e entregam manifesto a Cartaxo e Bandeira


A profecia do prefeito de João Pessoa, Luciano Agra, registrada pelo portal MaisPB, foi cumprida no final da tarde d
essa quarta-feira (29), quando 78 pessoas, entre militantes e dirigentes, estiveram no Comitê Central da Coligação “Unidos por João pessoa” para entrega de um manifesto ao candidato a prefeito Luciano Cartaxo (PT) e o vice Nonato Bandeira (PPS). O documento foi elaborado pelos membros da secretaria do Movimento Popular Socialista do PSB municipal.
“Não podemos abaixar a cabeça para a intolerância interna. O partido tomou as decisões sem consultar as bases e impôs uma candidatura inventada pela cúpula”, justificou o presidente dos movimentos populares do PSB, Luiz Costa.
Luciano Cartaxo agradeceu a manifestação de apoio e concordou que qualquer decisão dentro de um partido tem que nascer e crescer nas bases. “Nossa candidatura e nossa aliança foram discutidas com as bases. O partido que perde o debate interno e a liberdade de opinião entra em uma crise sem fim”, avaliou.
Para ele, o apoio desses militantes do PSB é importante para a caminhada até o dia da eleição. “Ficamos muito satisfeitos e honrados e esperamos continuar crescendo nas ruas e nas alianças para sairmos todos vitoriosos no dia 7 de outubro”, disse.
Leia o manifesto na íntegra:
MANIFESTO DO MOVIMENTO POPULAR SOCIALISTA
O Movimento Popular Socialista atuou de forma marcantes nas conquistas eleitorais de companheiros e companheiras para o executivo e parlamento municipal e tem contribuído de forma efetiva na consolidação da política comunitária desenvolvida por entidades sérias de nossa cidade, contribuindo para o fortalecimento de lideranças locais e em especial por associações de moradores e outras entidades congêneres. Além disso, os militantes dos movimentos populares têm potencialidade de desempenha rimportante papel na construção do senso critico dos cidadãos pelo víeis socialista. 
Na impossibilidade de termos como natural e legítima a candidatura a Prefeito de João Pessoa: Luciano Agra, resultado das praticas autoritárias, descriteriosas e arrogantes, definidas pela direçã omunicipal e estadual do PSB e após amplo processo e análise da presente conjuntura politica, escuta atenciosa a dezenas de militantes e intensos debates, resolvemos apoiar de modo irreversível e transparente a candidatura deLuciano Cartaxo e Nonato Bandeira.
- As razões que nos impulsionam conscientemente a tomar tal decisão são as seguintes:
- Discordância ampla das deliberações autoritárias estabelecidas nos últimos meses pela direção municipal e estadual do PSB, que inviabilizaram completamente a reeleição do Prefeito Luciano Agra.
- Desrespeito da direção municipal do PSB local aos que integram o Movimento Popular Socialista.
- Ausência de democracia interna em toda a estrutura do PSB local.
- Crença verdadeira no projeto politico do PT/PPS para o sequenciamento da presente gestão municipal e por extensão no continuo desenvolvimento das politicas públicas que transformaram a vida de milhares de pessoas em nossa cidade, conferindo-lhes maior e melhor qualidade de vida.
- Reconhecimento público das trajetórias politicas de Luciano Cartaxo e Nonato Bandeira importantes e honrados lideres que já demonstraram nas praticas seus inúmeros compromissos e responsabilidades com a cidade de João Pessoa e sua gente. Ambos estão aptos, em todos os aspectos a serem gestores, capazes de promover qualitativamente todas as mudanças que ainda restam ser feitas para assegurar cidadania plena a todas e todos os munícipes.
- Pugnamos, defendemos e estamos determinados a cooperar pelo aprofundamento da Democracia Participativa, Defesa dos Direitos Humanos, Reforma Urbana Democrática, que atenda a população em geral aqui residente.Estamos confiantes e entendemos que Luciano Cartaxo e Nonato Bandeira, darão uma extraordinária e modernizadora contribuição ao desenvolvimento econômico, politico e social de João Pessoa.
“A liberdade, que é uma conquista, e não uma doação exige permanente busca, Busca permanente que só existe no ato responsável dequem faz. Ninguém tem liberdade para ser livre: pelo contrario, luta por ela precisamente por que não tem. Ninguém liberta ninguém, ninguém se libertas ozinho, as pessoas se libertam em comunhão.
MaisPB, com assessoria
Focando a Notícia

João Paulo desiste de candidatura em Osasco

João Paulo Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputador, era o único dos réus do mensalão a disputar as eleições neste ano | Foto: Divulgação
O deputado João Paulo Cunha (PT-SP) aceitou na tarde desta quinta-feira renunciar à candidatura a prefeito de Osasco, na Grande São Paulo, e o anúncio oficial deve ser feito na sexta, informaram fontes do PT à Reuters.
João Paulo foi condenado pela maioria dos votos dos ministros do Supremo Tribunal Federal pelos crimes de corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro no julgamento da ação penal do chamando mensalão.
Apesar de a decisão ser, em tese, reversível, já que os ministros mudem seus votos antes do final do julgamento, as chances de que isso ocorra são muito baixas. Nove ministros votaram pela condenação de corrupção passiva, contra dois votos pela absolvição.
O deputado é acusado no processo de receber 50 mil reais da agência SMP&B, de Marcos Valério, que tinha interesse em contratos com a Câmara dos Deputados, à época presidida por João Paulo.
Na quarta, petistas já defendiam que João Paulo renunciasse para poupar o partido e abrir espaço para um "plano B" em Osasco. Na manhã desta quinta, um ministro petista afirmou à Reuters que já não havia "condições" para a manutenção da candidatura --nem para a permanência dele como deputado na Câmara Federal.
A situação do candidato ficou ainda pior na tarde desta quinta, quando o presidente do STF, Carlos Ayres Britto, último a votar no trecho da ação que trata de irregularidades na Câmara dos Deputados e no Banco do Brasil, garantiu maioria favorável à condenação de João Paulo também por lavagem de dinheiro --considerada uma condenação ainda mais grave por advogados de defesa.
O parlamentar foi absolvido do segundo ato de peculato, referente à contratação da empresa de comunicação IFT.
"O conjunto probatório deste processo confirma a trama delitiva", disse Britto, que afirmou ainda que se convenceu de que houve um "rematado esquema de desvio de dinheiro público".