sexta-feira, 7 de julho de 2017

Esponja acumula milhões de fungos e bactérias

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Uma única e simples esponja de lavar louças pode acumular 680 milhões de bactérias e fungos em apenas quinze dias de uso. Foi o que atestaram pesquisadores da Faculdade DeVry Metrocamp – que pertence a um grupo educacional dos EUA, localizada em de Campinas (SP).
O estudo foi realizado com amostras de esponjas usadas por esse período e não higienizadas. O resultado assusta, claro. Mas os pesquisadores ressaltam que boa parte desses micro-organismos já estão presentes no nosso corpo e no ambiente — só geram doenças quando se trata de uma quantidade excessiva deles. O simples contato da esponja com os talheres e pratos faz com que um objeto se contamine, podendo estender tal contaminação aos alimentos.
Para deixar a esponja livre dos micro-organismos, os pesquisadores ensinam que, todos os dias, é preciso repetir um procedimento nada complexo: colocá-la no micro-ondas com um pouco de água em potência alta por 2 minutos. O resultado, garante o estudo, é uma esponja mais higienizada do que uma outra nova em folha. Os testes realizados em laboratório mostram que ela fica mais limpa e com menos fungos e bactérias do que uma esponja nova.
Outra opção de limpeza testada no estudo é colocar a ferramenta em uma solução na proporção de duas colheres de água sanitária para 1 litro de água. A esponja deve ficar imersa por dez minutos. Também é importante não deixar a esponja em potes de sabões em pasta ou úmidas, pois quanto mais úmida, mais contaminada ela fica. No entanto, todos esses procedimentos devem ser feitos desde o primeiro até o 15º dia de uso, quando ela deve ser realmente substituída por outra.
Créditos: 24h News

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Movimento do comércio cai 1,5% no 1º semestre

O movimento no comércio varejista do País fechou o primeiro semestre com nova queda, porém bem menos intensa do que a registrada em igual período do ano passado. É o que aponta o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio. Conforme o índice, o movimento dos consumidores nas lojas caiu 1,5% na comparação com os seis primeiros meses de 2016, quando cedeu 8 3%.

"A retração da atividade varejista no primeiro semestre de 2017 é explicada pelo elevado desemprego no país e pelos juros ainda altos dos crediários", avaliam, em nota, os economistas da Serasa.

O setor da construção foi o que mais foi afetado, com as vendas de material registrando declínio de 14,4% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2016. Na sequência, ficou a categoria de móveis, eletroeletrônicos e informática, com recuo de 12,6%, seguida de perto pela retração de 12,4% no segmento de tecidos, vestuário, calçados e acessórios.

O movimento nas lojas de veículos, motos e peças caiu 10% nos seis primeiros meses deste ano, enquanto o setor de combustíveis e lubrificantes teve queda de 6,8%.

Com inflação mais baixa, a Serasa destaca que a categoria de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas, com declínio de 1,4%, foi a que registrou a queda menos intensa em relação ao restante. "Puxada pela deflação dos alimentos", explica.

Temer poderá perder a primeira batalha contra denúncia na Câmara

No dia em que protocolou sua defesa na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, o presidente Michel Temer (PMDB) viu crescer o movimento de parlamentares que concordam que ele seja processado pelo crime de corrupção passiva. Tanto deputados governistas quanto opositores dizem que dificilmente o colegiado vetará a abertura do processo contra o peemedebista. 

Na CCJ, basta maioria simples para que um pedido de abertura do processo seja aprovado. Na próxima etapa, no plenário da Câmara, são necessários 342 votos dos 513 parlamentares, um quórum altíssimo e, por enquanto, difícil de ser alcançado. Caso esse número seja atingido no round final, o Supremo Tribunal Federal estaria autorizado a julgar se aceita ou não a denúncia contra Temer que pode afastá-lo do poder . 

A oposição diz que têm entre 38 e 40 votos, entre 65 possíveis da CCJ. Os governistas, oficialmente, afirmam que conseguirão barrar o processo. Mas nos bastidores já admitem que está difícil chegar aos 30 apoiadores. Eis o discurso oficial dos governistas, nas palavras do vice-líder do Governo, Carlos Marun (PMDB-MS): "Temos 34 votos, mas queremos chegar aos 40". E o da oposição, na voz de Alessandro Molon (REDE-RJ): “Os governistas não chegam aos 27 votos. E se isso se confirmar aqui na CCJ, dificilmente o Governo segura a base no plenário da Câmara”.

Sucessor de Dilma Rousseff (PT) após o impeachment delasob acusação de crime de responsabilidade, Michel Temer é acusado pelo procurador-geral da República do crime de corrupção passiva. O presidente é apontado como o receptor de 500.000 reais de propina pagos pelo empresário Joesley Batista, sócio da J&F – a controladora da empresa de alimentos JBS. Em seu acordo de delação premiada, Joesley gravou uma reunião clandestina que teve com Temer na garagem do Palácio do Jaburu e entregou o áudio para o Ministério Público Federal. Na ocasião, constatou-se que Temer teria concordado em “comprar” o silêncio de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o deputado federal cassado que está preso em Curitiba.

Na defesa que entregou à comissão, o advogado de Temer, Antônio Claudio Mariz de Oliveira, alega que o presidente não cometeu nenhum crime e a denúncia de Janot é “inconsistente, frágil, desprovida de força probatória”. E, por essa razão, a Câmara não deveria autorizar o STF a julgar o presidente. Quando chegou a uma entrevista coletiva para tratar do assunto, Mariz perguntou em tom de brincadeira: “Aqui que é a guilhotina”?
Na conversa com os jornalistas, o advogado de Temer desafiou o Ministério Público Federal: “Lanço um desafio aos acusadores, para que demonstrem através de um único indício que seja, mais frágil que seja, de que o presidente da República teria solicitado algo, recebido algo, ou favorecido alguém. É um repto que eu lanço para mostrar que a defesa está absolutamente consciente de que a acusação não se funda em prova e sequer se funda em indícios”..
Créditos: El País

Trump promete reação 'severa' aos testes de mísseis da Coreia do Norte



Míssil Pukkuksong em desfile militar em Pyongyang
O presidente norte-americano, Donald Trump, pediu mais uma vez nesta quinta-feira que aliados da Otan na Europa gastem mais com a defesa, durante uma visita à Polônia que havia sido anunciada como uma oportunidade para que Trump remendasse os laços após uma tensa cúpula dos aliados em maio.
 
Trump também disse que Washington está pensando sobre "coisas severas" como resposta para o teste de lançamento de um míssil balístico intercontinental com o potencial de atingir o Alasca pela Coreia do Norte nesta semana.
Trump disse em uma coletiva de imprensa conjunta com o presidente polonês, Andrzej Duda, nesta quinta-feira, que já "passou do tempo" para que todos os países na aliança "andem" com suas obrigações financeiras.
A Casa Branca havia dito que Trump usaria a escala em Varsóvia para demonstrar seu compromisso com a Organização do Tratado do Atlântico do Norte (Otan), que chamou uma vez de "obsoleta", reclamando dos repetidos fracassos dos aliados em gastar os recomendados 2 por cento de seus produtos internos brutos com defesa.
Trump irritou os aliados em maio, e não menos aqueles do Oriente Médio preocupados com a postura militar mais assertiva da Rússia, ao não apoiar publicamente o princípio de defesa coletiva garantido no tratado da Otan.
Embora ele não tenha mencionado diretamente o princípio em Varsóvia, ele disse que os Estados Unidos estão trabalhando com a Polônia para enfrentar o "comportamento desestabilizador" da Rússia. Por sua parte, Duda disse acreditar que Trump leva a sério a segurança da Polônia. Fonte: Reuters.
Créditos: Brasil 247

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Senado aprova urgência para reforma trabalhista

Com 46 votos a favor e 19 contra, o plenário do Senado aprovou ontem (4) requerimento de urgência para votação do projeto de "reforma" trabalhista, o que ocorrerá na semana que vem. O líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), fala em votação na terça 11, mas isso poderá ocorrer também no dia seguinte. O presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE), informou que o PLC 38 entrará na ordem do dia de amanhã, para discussão. O recesso parlamentar começa no dia 18.
A oposição – que tentará obstruir a votação – insistiu na suspensão do projeto, argumentando que o presidente Michel Temer está sendo denunciado pela Procuradoria-Geral da República. "Ele pode não ser presidente daqui a 15 dias. Estamos discutindo uma reforma trabalhista aceitando um acordo com esse presidente", disse o líder do PT no Senado, Lindbergh Farias (RJ). A bancada governista conseguiu manter o texto como aprovado na Câmara, para agilizar a tramitação, e afirma que Temer mandará medida provisória "corrigindo" alguns pontos.
Segundo Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), há uma "unanimidade" na Casa quanto à necessidade de promover mudanças no texto. "Não há uma alma neste Senado Federal, uma senadora, um senador, que tenha coragem de defender o projeto na íntegra", afirmou.
Ela voltou a criticar o relator nas comissões de Assuntos Econômicos e de Assuntos Sociais, Ricardo Ferraço (PSDB-ES), que "simplesmente abriu mão de sua tarefa e passou a recomendar ao presidente da República que promovesse alguns vetos e editasse medidas provisórias". Segundo a senadora, na carta-compromisso encaminhada na semana passada Temer "apenas enrola". 
"Esse projeto não vai gerar um emprego a mais", disse Lindbergh. "Criamos 22 milhões de empregos com essa legislação", acrescentou. "Só a base do governo apresentou 85 emendas", lembrou Paulo Paim (PT-RS).
Créditos: Rede Brasil Atual

Governo Temer: Santander ganha perdão de R$ 338 milhões e Itaú, R$ 25 bilhões

O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais deu ganho de causa para o Banco Santander, no último dia 20 de junho, no valor de R$ 338 milhões, acerca de cobranças de Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido).
O Santander alegou que as broncas foram “herdadas” pela instituição financeira após a aquisição do ABN AMRO. Tratava-se da amortização de ágio.
Nunca é demais recordar que a mesma mãe, isto é, o Carf, somente numa canetada, livrou o Itaú de pagar R$ 25 bilhões. A dívida perdoada em abril deste ano também era a respeito de Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) na fusão com o Unibanco.
Num país sério, ‘no mínimo’, os conselheiros do Carf teriam sido sumariamente destituídos. Mas não vem ao caso em tempos de Michel Temer e de golpe de Estado.
Se por um lado o Carf comporta-se como uma mãe para os banqueiros, por outro, enjeita os trabalhadores retirando-lhes direitos e a dignidade por meio da reforma trabalhista. Fonte Brasil 247.
Créditos: WSCOM

Pesquisa descarta existência de vida em lua de Saturno

Cassini, Titan, & Saturn
As emissões dos gêiseres em Encélado, o sexto maior satélite natural de Saturno, que contém grande quantidade de álcool orgânico simples ou seja, metanol, não provam a existência de vida no seu oceano, disseram os paleontólogos em uma reunião anual da Real Sociedade Astronômica da Grã-Bretanha.

"A descoberta de oceanos e de condições potenciais para a existência de vida nas luas de planetas gigantes faz-nos levar a pensar que ela pode lá existir. Mas, lamentavelmente, neste caso o metanol surge não no subsolo de Encélado, mas no momento em que a água é expelida pelos gêiseres. Por isso, as moléculas de álcool provavelmente não representam indícios da existência de vida", disse Emily Drabek-Maunder da Universidade em Cardiff (no Reino Unido).

A mesma sonda Cassini descobriu moléculas de metanol há vários anos, e os paleontólogos tentavam descobrir a natureza da sua origem nas águas das luas de Saturno. As observações de cientistas revelaram que o metanol se forma não no subsolo de Encélado, mas no espaço, o que significa que ele tem origem não biológica, mas abiogênica.

Os cientistas agora esperam lançar outra sonda espacial para as luas de Saturno, porque a Cassini vai terminar sua missão e  se desintegrar na atmosfera de Saturno em meados de setembro.
Créditos: Sputnyk